Contato de fertilizantes NPK com sementes de Panicum maximum visando a implantação da integração lavoura-pecuária
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv7n4-044Palavras-chave:
adubação, pastagem, germinação, vigor de sementesResumo
Os conhecimentos sobre as injúrias sofridas pelas sementes, devido a mistura e o tempo de contato com adubos ainda são contraditórios. Assim, objetivou-se avaliar a germinação e o vigor de sementes de Panicum maximum, cv. Mombaça, em razão do tempo de contato com adubos químicos NPK. Foram realizadas análises de variância e regressão polinomial. Para a variável teor de água houve interação entre os fatores estudados, enquanto que para a emergência, o índice de velocidade de emergência (IVE), a massa verde (MV) e a massa seca (MS) os efeitos observados foram devidos unicamente ao tempo de contato. Para a emergência e para o IVE foi observado redução gradativa até 30 horas em função do tempo de contato das sementes com o adubo, sendo que a partir de 48 horas houve uma pequena elevação dessas duas variáveis, provavelmente em função da quebra de dormência de algumas sementes duras, ajustando-se as mesmas a uma função quadrática. Até 10 horas após a mistura das sementes com os adubos, a redução não foi substancial da germinação, emergência e no IVE. Quanto a MV e a MS os resultados não se mostraram consistentes na avaliação no desempenho de plântulas. Assim, a mistura de sementes de P. maximum com NPK, independente da formulação utilizada, é possível, desde que a semeadura não ultrapasse 10 horas após a mistura, evitando-se perdas substanciais de germinação e vigor e, consequentemente, a má formação do estande.
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