Estudo da percepção da população de Curitiba - PR em relação ao valor das áreas verdes

Autores

  • Thais Rodrigues Soares
  • Pablo Georgio de Souza
  • Alexandre Bernardi Koehler
  • Nayara Guetten Ribaski

Palavras-chave:

Áreas verdes, Percepção populacional, Valor imobiliário.

Resumo

O presente trabalho avaliou a percepção do valor e benefícios das áreas verdes para a população de Curitiba/PR, correlacionando ao seu valor imobiliário (R$/m²), e mensurou a distribuição e disposição espacial da vegetação urbana, a fim de estabelecer a representatividade percentual em relação ao perímetro urbano. A avaliação da percepção foi realizada a partir da coleta de opiniões, mediante aplicação de questionários aos moradores, e utilizando a análise de frequência, análise SWOT e discussões contextualizadas. Se tratando do valor imobiliário (R$/m²), foram auferidos valores por meio de pesquisa imobiliária direta, onde imóveis residenciais disponíveis à venda foram cotados nas imobiliárias locais do município. Através dos resultados obtidos, constatou-se que a concepção populacional atribui um significativo grau de importância para as áreas verdes de Curitiba, reconhecendo a prestação de diversas funções favoráveis. A valoração imobiliária a partir das áreas verdes se mostrou um fato evidente tanto para os curitibanos quanto na avaliação do valor imobiliário, visto que a valoração de imóveis pondera diversas amenidades e a proximidade de espaços livres com vegetação torna-se cada vez mais determinante entre elas. Contudo, essa valorização do mercado imobiliário viabiliza tanto o rendimento financeiro quanto a desigualdade socioambiental, uma vez que o mercado ordena grupos sociais conforme a capacidade de pagamento pelos setores urbanos. Além disso, a quantidade insuficiente e a irregularidade na distribuição das áreas verdes averiguado em Curitiba também é fortemente excludente nesse aspecto. Todavia, o valor das áreas verdes ainda não é discernido o bastante pela sociedade, assim como a exploração dos benefícios viabilizados simultaneamente a sua preservação, expressando a relevância dos estudos voltados a vegetação urbana, visto que o entendimento sobre a temática se mostra escasso e insuficiente.

Referências

ALBUQUERQUE, E. et al. Ativo ambiental e preço de imóvel em Recife: um estudo exploratório a partir da utilização do método dos preços hedônicos. Fortaleza: VII Encontro Nacional da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica, 2007.

ALMEIDA, R. C. A sustentabilidade como estratégia de valorização imobiliária em Salvador, BA. 2013. Disponível em: <http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/4650/1/MD_GAMUNI_2014_2_94.pdf>. Acesso em: 29 set. 2017.

BARGOS, D. C.; MATIAS, L. F. Áreas verdes urbanas: um estudo de revisão e proposta conceitual. 2011. Disponível em: <http://www.revsbau.esalq.usp.br/artigos_cientificos/artigo169-publicacao.pdf>. Acesso em: 29 mar. 2017.

BEZERRA, P. I. S. Utilização dos incentivos fiscais como mecanismo para promover a sustentabilidade ecológica. 2011. Disponível em: <https://www.direito.ufmg.br/revista/index.php/revista/article/view/171>. Acesso em: 19 set. 2017.

BORJA, O. R. P. Ecoturismo responsável: valoração econômica de bens e serviços ambientais. 2011. Disponível em: <http://www.sbecotur.org.br/rbecotur/seer/index.php/ecoturismo/article/view/111/222>. Acesso em: 22 mar. 2017.

BOTANIC GARDENS OF SOUTH AUSTRALIA. Green Infrastructure: Concepts and Definitions. 2012. Disponível em: <http://gievidencebase.botanicgardens.sa.gov.au/contents/green-infrastructure-concepts-and-definitions>. Acesso em: 25 set. 2017.

BRASIL. Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa; altera as Leis nos 6.938, de 31 de agosto de 1981, 9.393, de 19 de dezembro de 1996, e 11.428, de 22 de dezembro de 2006; revoga as Leis nos 4.771, de 15 de setembro de 1965, e 7.754, de 14 de abril de 1989, e a Medida Provisória no 2.166-67, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Disponível em<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm>. Acesso em: 16 ago. 2017.

BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Conceitos de Educação Ambiental. 1999. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/educacao-ambiental/politica-de-educacao-ambiental>. Acesso em: 19 set. 2017.

BRASIL. Resolução CONAMA nº 369, de 28 de março de 2006. Dispõe sobre os casos excepcionais, de utilidade pública, interesse social ou baixo impacto ambiental, que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente-APP. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=489>. Acesso em: 14 set. 2017.

BRUNA, G. C.; MACIEL, V. F.; BERNARDINI, M. M. Setor imobiliário e valorização do solo urbano. 2011. Disponível em: <http://www.mackenzie.br/fileadmin/IPM/MackPesquisa/SETOR_IMOBILIARIO_E_VALORIZACAO_DO_SOLO_URBANO.pdf>. Acesso em: 26 mai. 2017.

CAVALHEIRO, F.; DEL PICCHIA, P. C. D. Áreas Verdes: Conceitos, Objetivos e Diretrizes para o Planejamento. In: CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE ARBORIZAÇÃO URBANA, 1., ENCONTRO NACIONAL SOBRE ARBORIZAÇÃO URBANA, 4.,1992. Vitória/ES. Anais...Vitória/ ES, 1992. p. 29-38.

COSTA, R. G. S.; COLESANTI, M. M. A contribuição da percepção ambiental nos estudos das áreas verdes. 2011. Disponível em: <http://revistas.ufpr.br/raega/article/view/21774/14173>. Acesso em: 06 jun. 2017.

CURITIBA, Prefeitura Municipal. Chuva forte mostra importância do investimento em novos parques na cidade. 2015b. Disponível em: <http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/chuva-forte-mostra-importancia-do-investimento-em-novos-parques-na-cidade/37959>. Acesso em: 07 set. 2017.

CURITIBA, Prefeitura Municipal. Meio Ambiente. 2012. Disponível em: <http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/meio-ambiente-de-curitiba/182>. Acesso em: 28 abr. 2017.

CURITIBA, Prefeitura Municipal. Perfil de Curitiba. 2015a. Disponível em: <http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/perfil-da-cidade-de-curitiba/174>. Acesso em: 22 abr. 2017.

CURITIBA, Prefeitura Municipal. Preservação de área verde dá desconto no IPTU. 2011. Disponível em: <http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/preservacao-de-area-verde-da-desconto-no-iptu/21592>. Acesso em: 29 set. 2017.

DONOVAN, G. H.; BUTRY, D.T. Trees in the city: Valuing street trees in Portland, Oregon. Landscape and Urban Planning, v.94, n.2, p.77-83, 2010.

FAGGIONATO, S. Percepção ambiental. 2002. Disponível em: <http://ambientes.ambientebrasil.com.br/educacao/artigos/percepcao_ambiental.html>. Acesso em: 06 jun. 2017.

FANINI, N. M. Atlas geográfico do município de Curitiba. 2008. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1128-2.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2017.

FERNANDES, R. S.; SOUZA, V. J.; PELISSARI, V. B.; FERNANDES, S. T. Uso da percepção ambiental como instrumento de gestão em aplicações ligadas às áreas educacional, social e ambiental. 2003. Disponível em: <http://www.redeceas.esalq.usp.br/noticias/Percepcao_Ambiental.pdf>. Acesso em: 06 jun. 2017.

FIGUEIREDO, M. L.; GOIS, D. V.; SOUZA, R. M. Espacialidade da arborização em áreas verdes públicas de Aracaju, Sergipe. 2012. Disponível em: <https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/download/2399/2088>. Acesso em: 26 mai. 2017.

FREITAS, M. R.; et al. Da teoria à ação: materiais didáticos em percepção ambiental. 2009. Disponível em: <http://www.revistaea.org/pf.php?idartigo=789>. Acesso em: 30 set. 2017.

FURIO, P. R. Valoração Ambiental: aplicação de métodos de valoração em empresas dos setores mineração, papel e celulose e siderurgia. 2006. Disponível em: <http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/3961/PauloRFurio.pdf?sequence=1>. Acesso em: 21 mar. 2017.

GANZ, S.; AGUDELO PERALTA, L. P.; CHEROBIN, P. Curitiba, a Capital Ecológica, sob o olhar da Biologia. Disponível em: <http://www.ppgte.cefetpr.br/semanatecnologia/comunicacoes/curitiba_a_capital.pdf>. Acesso em: 2003.

GOMES, M. F. V. B. Desigualdade socioambiental no espaço urbano de Guarapuava. 2010. Disponível em: <http://revistas.ufpr.br/raega/article/view/20614/13757>. Acesso em: 17 set. 2017.

GRANZOTTO, A. J. Resumão – estatística básica. 2002. Disponível em: <http://www.mat.uc.pt/~mat1202/ResumoEstatisticaBasicaWord.htm>. Acesso em: 23 mai. 2017.

GRISE, M. M.; BIONDI, D.; ARAKI, H. A floresta urbana da cidade de Curitiba, PR. 2017. Disponível em: <http://revistas.ufpr.br/floresta/article/view/42212/30142>. Acesso em: 17 set. 2017.

GRISE, M. M.; BIONDI, D.; ARAKI, H. Distribuição Espacial e Cobertura de Vegetação das Tipologias de Áreas Verdes de Curitiba, PR. 2016. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/floram/2016nahead/2179-8087-floram-2179-8087127715.pdf>. Acesso em: 29 mar. 2017.

HENKE – OLIVEIRA, C. Planejamento ambiental na Cidade de São Carlos (SP) com ênfase nas áreas públicas e áreas verdes: diagnósticos e propostas. 1996. 196 f. Dissertação (Mestrado), Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, 1996.

HENRIQUE, W. Representações da natureza na cidade. In: Serpa, Ângelo (Org.). O direito à natureza na Cidade. Salvador: EDUFBA, 2009.

HILDEBRAND, E. Avaliação econômica dos benefícios gerados pelos parques urbanos: estudo de caso em Curitiba-PR. 2001. Disponível em: <http://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/25334/T%20-%20HILDEBRAND%2C%20ELISABETH.pdf?sequence=1&isAllowed=y>. Acesso em: 29 mar. 2017.

HILDEBRAND, E.; GRAÇA, L. R.; HOEFLICH, V. A. “Valoração contingente” na avaliação econômica de áreas verdes urbanas. 2001. Disponível em: <http://www.alice.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/304352/1/floresta.pdf>. Acesso em: 29 mar. 2017.

IAPAR – INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ. Classificação climática. 2010. Disponível em: <http://www.iapar.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=863>. Acesso em: 22 abr. 2017.

INSTITUTOPHD. Pesquisa quantitativa e pesquisa qualitativa: entenda a diferença. 2015. Disponível em: <http://www.institutophd.com.br/blog/pesquisa-quantitativa-e-pesquisa-qualitativa-entenda-a-diferenca/>. Acesso em: 22 abr. 2017.

IPPUC - INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA. Áreas verdes e de lazer. 2010. Disponível em: <http://curitibaemdados.ippuc.org.br/Curitiba_em_dados_Pesquisa.htm>. Acesso em: 15 set. 2017.

INSTITUTO SAÚDE E SUSTENTABILIDADE. Áreas verdes nas cidades e seu benefício para a saúde. 2015. Disponível em: <http://www.saudeesustentabilidade.org.br/coluna/areas-verdes-nas-cidades-e-seu-beneficio-para-a-saude/>. Acesso em: 08 out. 2017.

JÚNIOR, J. C. P. Valoração Econômica Ambiental – Conceitos e Métodos, artigo de João Charlet Pereira Júnior. 2014. Disponível em: <https://www.ecodebate.com.br/2014/01/15/valoracao-economica-ambiental-conceitos-e-metodos-artigo-de-joao-charlet-pereira-junior/>. Acesso em: 30 set. 2017.

KRUG, H. P. Problemas de ajardinamento e arborização públicas. São Paulo: Serviço Florestal. 32p.1953.

LIMA, A. M. L. P.; et. al. Problemas de Utilização na Conceituação de termos como Espaços Livres, Áreas Verdes e Correlatos. In: CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE ARBORIZAÇÃO URBANA, 2, 1994, São Luis, MA: Anais... 1994. p. 539-553.

LIMA, S. M.; GARCEZ, D. S. Áreas verdes públicas urbanas e sua relação com a melhoria da qualidade de vida: um estudo de caso em um parque ecológico urbano na cidade de Fortaleza (Ceará, Brasil). 2017. Disponível em: <http://abes-dn.org.br/publicacoes/rbciamb/Ed43/RBCIAMB_n43_140-151.pdf>. Acesso em: 14 set. 2017.

LIMA, V.; M. C. C. T., AMORIM. A importância das áreas verdes para a qualidade ambiental das cidades. 2006. Disponível em: <http://revista.fct.unesp.br/index.php/formacao/article/viewFile/835/849>. Acesso em: 25 mai. 2017.

LINDENMAIER, D. S.; SOUZA, B. S. P. Aspectos ecológicos e fitogeográficos de remanescentes florestais na paisagem urbana de Cachoeira do Sul/RS. 2013. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/cienciaenatura/article/view/12574/7985>. Acesso em: 29 mar. 2017.

LOBODA, C.R.; DE ANGELIS, B.L.D. Áreas Verdes Públicas Urbanas: Conceitos,

Usos e Funções. Ambiência. Guarapuava, PR, v.1, n.1, p. 125-139, jan./jun, 2005.

LONDE, P. R.; MENDES, P. C. A influência das áreas verdes na qualidade de vida urbana. 2014. Disponível em: <http://www.seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/viewFile/26487/14869>. Acesso em: 29 mar. 2017.

LOPES, D. C. Levantamento da consciência ambiental em Curitiba/PR. 2012. Disponível em: <http://revistaea.org/pf.php?idartigo=1681>. Acesso em: 19 set. 2017.

LOURENÇO, L. F. A.; MOREIRA, T. C. L.; ARANTES, B. L., et al. Metrópoles, cobertura vegetal, áreas verdes e saúde. 2016. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142016000100113#B12>. Acesso em: 26 mai. 2017.

MARCZWSKI, M. Avaliação da percepção ambiental em uma população de estudantes do Ensino Fundamental de uma escola municipal rural: um estudo de caso. 2006. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/8617/000582728.pdf?sequence=1>. Acesso em: 30 set. 2017.

MARQUES, J. F. Valoração ambiental. 2004. Disponível em: <https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/recursos/Marques_valoracaoID-8c4EUMn3Bm.pdf>. Acesso em: 21 mar. 2017.

MEASURE, E. Análise de dados. 2008. Disponível em: <https://www.measureevaluation.org/resources/training/materials/data-quality-portuguese/modulo3_capa.pdf>. Acesso em: 06 jun. 2017.

MENDONÇA, F. Aspectos da problemática ambiental urbana da cidade de Curitiba/PR e o Mito da capital ecológica. Revista Espaço e Tempo, São Paulo, n. 12, 2002.

MILANO, M. S. Curso sobre Arborização Urbana. Curitiba-PR: FUPEF, 1991. 76p.

MINAYO, M. C. S. Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. 18 ed. Petrópolis: Vozes, 2001. Disponível em: <http://www.faed.udesc.br/arquivos/id_submenu/1428/minayo__2001.pdf>. Acesso em: 22 abr. 2017.

NUCCI, T. C. Qualidade Ambiental e Adensamento Urbano: um estudo de ecologia e planejamento da paisagem aplicada ao distrito de Santa Cecília (MSP). Curitiba: o autor, 2.ed. 2008. 150 p.

OIKAWA, I. T.; NETO, L. C. Valoração econômica dos serviços ambientais do parque Bacacheri, Curitiba-PR. 2012. Disponível em: <http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/743/1/CT_COPAM_2012_1_04.pdf>. Acesso em: 29 mar. 2017.

OLIVEIRA, M. P.; RECHIA, S. O espaço cidade: uma opção de lazer em Curitiba (PR). 2009. Disponível em: <https://seer.ufmg.br/index.php/licere/article/viewFile/595/482>. Acesso em: 15 set. 2017.

PACHECO, P. Além do ar puro: os benefícios econômicos da arborização urban. 2016. Disponível em: <http://thecityfixbrasil.com/2016/06/14/alem-do-ar-puro-os-beneficios-economicos-da-arborizacao-urbana/>. Acesso em: 25 set. 2017.

PANASOLO, A. Conservação de áreas verdes urbanas privadas: Proposta de modelo de Transferência do Potencial Construtivo como estímulo para criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural - RPPNM´s em Curitiba. 2015. Disponível em: < http://www.floresta.ufpr.br/defesas/pdf_ms/2015/d700_0899-M.pdf>. Acesso em: 17 set. 2017.

PEARCE, D. W.; TURNER, R. K. Economia dos Recursos Naturais e o Meio Ambiente. 2. ed. Baltimore: Johns Hopkins Univ. Press, 1990.

PEREIRA, M. C. B.; SANTOS, A. J.; et al. Políticas para conservação de áreas verdes urbanas particulares em Curitiba – o caso da Bacia Hidrográfica do Rio Belém. 2006. Disponível em: < revistas.ufpr.br/floresta/article/download/5511/4041>. Acesso em: 17 set. 2017.

ROCHA, E. Matriz SWOT – O que é e como ela pode ajudar o seu negócio. 2016. Disponível em: <http://www.ignicaodigital.com.br/matriz-swot-o-que-e-e-como-ela-

pode-ajudar-voce-alcancar-o-sucesso-seu-negocio/>. Acesso em: 10 set. 2017.

RUIZ, R. Gestão estratégica: análise da implementação em uma empresa de energia de grande porte. 2013. Disponível em: <http://www.fpl.edu.br/2013/media/pdfs/mestrado/dissertacoes_2013/dissertacao_roberto_ruiz_2013.pdf>. Acesso em: 19 set. 2017.

SANTOS, L. R. P. O processo de urbanização e impermeabilização do solo em Curitiba: causas, consequências e propostas para minimizar os impactos ambientais. 2011. Disponível em: <https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwij0duO-aXWAhUIhZAKHYuaDW0QFggmMAA&url=http%3A%2F%2Fportalpbh.pbh.gov.br%2Fpbh%2Fecp%2Ffiles.do%3Fevento%3Ddownload%26urlArqPlc%3Dproces_urb_impermeab_solo_curitiba.pdf&usg=AFQjCNHrhsGMP2VK22GIB03t8r1j8CEIzA>. Acesso em: 14 set. 2017.

SANTARLACCI, A. S. Externalidades positivas geradas pelo Parque Olhos D’água ao mercado imobiliário por meio de índices hedônicos. 2013. Disponível em: <http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/13761/1/2013_AngeloSousaSantarlacci.pdf>. Acesso em: 02 out. 2017.

SCHEUER, J. M.; NEVES, S. M. A. S. Planejamento urbano, áreas verdes e qualidade de vida. 2016. Disponível em: <https://www.uninter.com/revistameioambiente/index.php/meioAmbiente/article/viewFile/587/293>. Acesso em: 19 set. 2017.

SCHROH, J. V. O. Planeta azul: a questão ambiental e a sociedade. 2013. Disponível em: <http://www.vvale.com.br/geral/planeta-azul-questao-ambiental-sociedade/>. Acesso em: 19 set. 2017.

SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE CURITIBA-PR. Índice de área verde passa para 64,5 m² por habitante. 2012. Disponível em: <http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/indice-de-area-verde-passa-para-645-m2-por-habitante/25525>. Acesso em: 22 abr. 2017.

SERRA, F. et al. Administração Estratégica: conceito, roteiro prático e casos. 4 ed Florianópolis: Insular, 2009.

SILVA, K. D. Diferença entre pesquisa qualitativa e quantitativa. 2011. Disponível em: <http://programapibicjr2010.blogspot.com.br/2011/04/diferenca-entre-pesquisa-qualitativa-e.html>. Acesso em: 22 abr. 2017.

SILVA, M. N. P. Frequência relativa. 2016. Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/matematica/frequencia-relativa.htm>. Acesso em: 07 set. 2017.

SOUSA, A. L.; MEDEIROS, J. S.; ALBUQUERQUE, D. S.; HIGUCHI, M. I. G. Parque Verde Urbano como Espaço de Desenvolvimento Psicossocial e Sensibilização Socioambiental. 2015. Disponível em: <http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistapsico/article/view/17423/13706>. Acesso em: 29 mar. 2017.

SOUSA, A. R. P.; ARAÚJO, J.L.L.; LOPES, W. G. R. Percepção ambiental no turismo do Parque Ecológico Cachoeira do Urubu nos municípios de Esperantina e Batalha no estado do Piauí. 2012. Disponível em: <http://revistas.ufpr.br/raega/article/view/26209>. Acesso em: 07 set. 2017.

SOUZA, G. Preço do m² de imóveis residenciais para a locação recua no 1º tri. 2017. Disponível em: <http://www.dci.com.br/servicos/preco-do-m%C2%B2-de-imoveis-residenciais-para-a-locacao-recua-no-1%C2%B0tri-id623974.html>. Acesso em: 20 set. 2017.

TOLEDO, F. dos S; SANTOS, D.G. Espaços Livres de Construção. Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana, Piracicaba/ SP, v.3, n.1, p. 73-91, mar. 2008.

TSUDA, L. S. A apropriação das áreas verdes pelos condomínios residenciais verticais no município de São Paulo. 2010. Disponível em: <http://www.revsbau.esalq.usp.br/artigos_cientificos/artigo104-publicacao.pdf>. Acesso em: 06 jun. 2017.

USDA - UNITED STATES DEPARTMENT OF AGRICULTURE. Urban Forest. 2016. Disponível em: <http://www.fs.fed.us/managing-land/urban-forests>. Acesso em: 05 jun. 2017.

VARGAS, V. C. C. O uso de questionários em trabalhos científicos. 2013. Disponível em: <http://www.inf.ufsc.br/~vera.carmo/Ensino_2013_2/O_uso_de_questionarios_em_trabalhos_cient%edficos.pdf>. Acesso em: 29 abr. 2017.

VASCO, A. P.; ZAKRZEVSKI, S. B. B. O estado da arte das pesquisas sobre percepção ambiental no Brasil. 2010. Disponível em: <http://www.uricer.edu.br/site/pdfs/perspectiva/125_71.pdf>. Acesso em: 30 set. 2017.

VIEIRA, C. H. S. D. Estudo da dinâmica da cobertura vegetal de Curitiba / PR com o uso de imagens digitais. Curitiba, 2006. 165 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal) – Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná.

VIEIRA, P.B.H. Uma Visão Geográfica das Áreas Verdes de Florianópolis-SC: estudo de caso do Parque Ecológico do Córrego Grande (PECG). 2004. 109 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Geografia), Universidade Federal de Santa Catarina.

Downloads

Publicado

2018-11-13

Como Citar

Soares, T. R., Souza, P. G. de, Koehler, A. B., & Ribaski, N. G. (2018). Estudo da percepção da população de Curitiba - PR em relação ao valor das áreas verdes. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 1(1), 134–167. Recuperado de https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJAER/article/view/737

Edição

Seção

Artigos originais