Avaliação dos efeitos de diferentes porta-enxertos para a Citrullus lanatus

Autores

  • Ana Maria Barcelo Figueiredo
  • Mateus Santana Leite Bueno
  • Marcos Severino de Queiroz Junior
  • Eduarda da Costa Vítor
  • Guido Calgaro Júnior
  • Maristela Aparecida Dias Guimarães
  • Romano Roberto Valicheski
  • Estenio Moreira Alves

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv7n3-118

Palavras-chave:

Cucurbita moschata, enxertia, melancia

Resumo

A melancia é um fruto muito consumido no Brasil, rico em vitaminas A e C. O uso da enxertia pode proporcionar ganhos na resistência a patógenos do solo, bem como no desempenho fitotécnico. Assim, objetivou-se avaliar opções de porta enxertos do gênero Cucurbita para uso na cultura da melancia, com vista ao crescimento da cultura. O ensaio foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC) com 5 repetições, 5 tratamentos, totalizando 25 parcelas. As cultivares utilizadas como porta-enxerto foram: Híbrido cv. ‘Tetsukabuto F1 Isla’ (C. maxima x C. moschata); a moranga cv. ‘Mesa Exposição’ (C. maxima); a abóbora cv. ‘Menina Brasileira Precoce (C. moschata); e a abóbora de árvore cv. ‘Abobrinha Redonda Clara’ (C. pepo). Como cavaleiro utilizou-se a Melancia cv. ‘Crimson Sweet’. Aos 90 dias foram avaliadas as variáveis número de ramas, comprimento da raiz, massa fresca aérea, massa seca parte aérea e massa seca da raiz. Após a avaliação os resultados foram submetidos a ANAVA, por meio do teste "t' (P<0,05). A Cucurbita moschata e o híbrido apresentaram os melhores resultados na enxertia de melancia, enquanto a C. pepo e C. máxima não foram viáveis para utilização como porta-enxerto. Conclui-se que, o híbrido é a melhor opção para porta enxerto para uso na cultura da melancia cv. 'Crimson Sweet'.

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Publicado

2024-10-02

Como Citar

Figueiredo, A. M. B., Bueno, M. S. L., Queiroz Junior, M. S. de, Vítor, E. da C., Calgaro Júnior, G., Guimarães, M. A. D., Valicheski, R. R., & Alves, E. M. (2024). Avaliação dos efeitos de diferentes porta-enxertos para a Citrullus lanatus. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 7(3), e73256. https://doi.org/10.34188/bjaerv7n3-118

Edição

Seção

Artigos originais