Parâmetros clínicos, comportamentais e laboratoriais do cão adulto e do cão geriátrico atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE

Autores

  • Joaquim Paulino do Carmo Neto
  • Higgor Raphael de Siqueira Nogueira
  • Izabela Ferreira e Silva
  • Renan Felipe Silva Santos
  • Lais Albuquerque van der Liden
  • Maíra Maria Meira das Chagas
  • Miriam Nogueira Teixeira
  • Evilda Rodrigues de Lima

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv7n3-059

Palavras-chave:

bioquímica sérica, canino, comportamento animal, idoso, hemograma

Resumo

O cão idoso apresenta características variadas em relação à genética, anatomia, fisiologia e manejo ao longo da vida, sendo primordial o acompanhamento veterinário para determinar a chamada velhice dos pacientes. Este trabalho objetivou avaliar os parâmetros clínicos, comportamentais e laboratoriais de cães adultos e geriátricos atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE, investigando possíveis alterações que determinariam a senescência. Foram utilizados 30 animais distribuídos em dois grupos de 15, Grupo I  com 15 cães adultos, 1 a 6 anos e Grupo II com idade igual ou superior a 7 anos,  onde o sexo e a raça foram as variáveis não controladas, e porte médio dos animais como padrão para a pesquisa.   A variável  peso e FR foram mais elevados no grupo de animais jovens e, o contrário ocorreu com: FC e pulso, sem diferenças significativas (p>0,05). A variável “Dorme mais durante o dia do que antes” foi, exclusivamente, mais elevada no grupo dos idosos com diferença significativa (p<0,05). No hemograma, a variável CHCM foi única com diferença significativa (p<0,05) entre os grupos.  A Fosfatase Alcalina foi a única variável com diferença significativa entre os grupos (p<0,05). O aumento da longevidade dos animais de companhia faz com que o clínico procure acompanhar este processo evolutivo buscando melhor atenção aos pacientes idosos.

O cão idoso apresenta características variadas em relação à genética, anatomia, fisiologia e manejo ao longo da vida, sendo primordial o acompanhamento veterinário para determinar a chamada velhice dos pacientes. Este trabalho objetivou avaliar os parâmetros clínicos, comportamentais e laboratoriais de cães adultos e geriátricos atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE, investigando possíveis alterações que determinariam a senescência. Foram utilizados 30 animais distribuídos em dois grupos de 15, Grupo I  com 15 cães adultos, 1 a 6 anos e Grupo II com idade igual ou superior a 7 anos,  onde o sexo e a raça foram as variáveis não controladas, e porte médio dos animais como padrão para a pesquisa.   A variável  peso e FR foram mais elevados no grupo de animais jovens e, o contrário ocorreu com: FC e pulso, sem diferenças significativas (p>0,05). A variável “Dorme mais durante o dia do que antes” foi, exclusivamente, mais elevada no grupo dos idosos com diferença significativa (p<0,05). No hemograma, a variável CHCM foi única com diferença significativa (p<0,05) entre os grupos.  A Fosfatase Alcalina foi a única variável com diferença significativa entre os grupos (p<0,05). O aumento da longevidade dos animais de companhia faz com que o clínico procure acompanhar este processo evolutivo buscando melhor atenção aos pacientes idosos.

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Publicado

2024-08-23

Como Citar

Carmo Neto, J. P. do, Nogueira, H. R. de S., Ferreira e Silva, I., Santos, R. F. S., van der Liden, L. A., Chagas, M. M. M. das, Teixeira, M. N., & Lima, E. R. de. (2024). Parâmetros clínicos, comportamentais e laboratoriais do cão adulto e do cão geriátrico atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 7(3), e72135. https://doi.org/10.34188/bjaerv7n3-059

Edição

Seção

Artigos originais