Parâmetros clínicos, comportamentais e laboratoriais do cão adulto e do cão geriátrico atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv7n3-059Palavras-chave:
bioquímica sérica, canino, comportamento animal, idoso, hemogramaResumo
O cão idoso apresenta características variadas em relação à genética, anatomia, fisiologia e manejo ao longo da vida, sendo primordial o acompanhamento veterinário para determinar a chamada velhice dos pacientes. Este trabalho objetivou avaliar os parâmetros clínicos, comportamentais e laboratoriais de cães adultos e geriátricos atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE, investigando possíveis alterações que determinariam a senescência. Foram utilizados 30 animais distribuídos em dois grupos de 15, Grupo I com 15 cães adultos, 1 a 6 anos e Grupo II com idade igual ou superior a 7 anos, onde o sexo e a raça foram as variáveis não controladas, e porte médio dos animais como padrão para a pesquisa. A variável peso e FR foram mais elevados no grupo de animais jovens e, o contrário ocorreu com: FC e pulso, sem diferenças significativas (p>0,05). A variável “Dorme mais durante o dia do que antes” foi, exclusivamente, mais elevada no grupo dos idosos com diferença significativa (p<0,05). No hemograma, a variável CHCM foi única com diferença significativa (p<0,05) entre os grupos. A Fosfatase Alcalina foi a única variável com diferença significativa entre os grupos (p<0,05). O aumento da longevidade dos animais de companhia faz com que o clínico procure acompanhar este processo evolutivo buscando melhor atenção aos pacientes idosos.
O cão idoso apresenta características variadas em relação à genética, anatomia, fisiologia e manejo ao longo da vida, sendo primordial o acompanhamento veterinário para determinar a chamada velhice dos pacientes. Este trabalho objetivou avaliar os parâmetros clínicos, comportamentais e laboratoriais de cães adultos e geriátricos atendidos no Hospital Veterinário da UFRPE, investigando possíveis alterações que determinariam a senescência. Foram utilizados 30 animais distribuídos em dois grupos de 15, Grupo I com 15 cães adultos, 1 a 6 anos e Grupo II com idade igual ou superior a 7 anos, onde o sexo e a raça foram as variáveis não controladas, e porte médio dos animais como padrão para a pesquisa. A variável peso e FR foram mais elevados no grupo de animais jovens e, o contrário ocorreu com: FC e pulso, sem diferenças significativas (p>0,05). A variável “Dorme mais durante o dia do que antes” foi, exclusivamente, mais elevada no grupo dos idosos com diferença significativa (p<0,05). No hemograma, a variável CHCM foi única com diferença significativa (p<0,05) entre os grupos. A Fosfatase Alcalina foi a única variável com diferença significativa entre os grupos (p<0,05). O aumento da longevidade dos animais de companhia faz com que o clínico procure acompanhar este processo evolutivo buscando melhor atenção aos pacientes idosos.
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