Uso da pele de Tilápia (Oreochromis niloticus) na cicatrização por segunda intenção de feridas cutâneas de ratos Wistar
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv7n3-052Palavras-chave:
curativo, histopatológico, neovascularização, InflamaçãoResumo
O presente estudo utiliza de um novo método para curativos biológicos, a pele de Tilápia (Oreochromis niloticus). A metodologia utilizou-se de 24 animais, divididos em 3 grupos, G1, G2 e G3; controle negativo tratado com solução salina, curativo biológico e controle positivo tratado com óleo Dersani, respectivamente. As coletas de amostras foram obtidas no 4o, 7o e 14o dia de tratamento, seguindo as fases da cicatrização e analisadas com imagens histopatológicas coradas em hematoxilina e eosina. Antes da pele ser usada como curativo foi feito o tratamento com 10 etapas para que não haja contaminação das feridas. Os resultados mostraram uma aceleração tardia da cicatrização no grupo da pele de tilápia, se comparada ao controle positivo, notando nas amostras do dia 14 formação de papila dérmicas em uma quantidade maior do grupo tratado com óleo de girassol. O estudo conclui que a o curativo pode ser uma alternativa viável para a cicatrização de feridas por segunda intenção.
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