Gestão de desatres em massa no Brasil –revisão sistemática narrativa

Autores

  • Wender Antonio de Oliveira
  • Juliana de Oliveira Musse
  • Cristina Braga
  • Carlos Alberto Ocon
  • Aloísio Olímpio
  • Cristina Nunes Capeloa
  • Maria José dos Reis
  • Adriana Paula Jordão Isabella
  • Fernanda Sebastiana Mendes Pitanga
  • Diego Ferreira da Silva
  • Marcelo Marreira
  • Claudia Cristina Soares Muniz
  • Eduardo Filoni
  • Christian Douradinho
  • Antônio de Olival Fernandes
  • João Carlos de Andrade Menezes
  • Luciana Marques de Barros
  • Margarete Gonçalves de Souza
  • Juliana Braga Gomes
  • Caren Ingrid Silva Macedo
  • Valnice de Oliveira Nogueira
  • Taciana Silveira Passos
  • Alfredo Ribeiro Filho

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv7n2-069

Palavras-chave:

desastres, gestão de risco, gestão de crise

Resumo

O presente artigo tem como objetivo central, debater de maneira conceitual sobre a possível existência de um modelo ideal de gestão de desastres conforme a literatura acadêmico-científica. A justificativa para a escolha do tema paira sobre sua contemporaneidade, além da expectativa de contribuir para o âmbito acadêmico. O método de pesquisa empreendido é de revisão sistemática da bibliografia, fazendo uso das bases de dados Scielo e LILACS para a consulta de publicações. Dentre os principais achados, foi possível concluir que a gestão de desastres é uma das principais formas de controle desses eventos – sejam naturais ou provocados. Além do fato de que a manutenção de um modelo de gestão de riscos e crises para esses eventos, gera menos custos e consequências ambientais e sociais do que tomar ações corretivas e emergenciais. Todavia, para além de a literatura acadêmico-científica não apontar um único modelo padrão de ideal para gestão de desastres – fazendo uso de diversos tipos de modelos e ferramentas – nota-se que o mais preocupante é a falta de cultura preventiva que persiste no Brasil. Sendo assim, antes de definir um modelo sistemático de identificação, mensuração e controle dos riscos de desastres, é necessário fomentar a cultura prevencionista de maneira sólida tanto entre a população quanto junto aos poderes públicos brasileiros.

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Publicado

2024-05-29

Como Citar

Oliveira, W. A. de, Musse, J. de O., Braga, C., Ocon, C. A., Olímpio, A., Capeloa, C. N., Reis, M. J. dos, Isabella, A. P. J., Pitanga, F. S. M., Silva, D. F. da, Marreira, M., Muniz, C. C. S., Filoni, E., Douradinho, C., Fernandes, A. de O., Menezes, J. C. de A., Barros, L. M. de, Souza, M. G. de, Gomes , J. B., Macedo, C. I. S., Nogueira, V. de O., Passos , T. S., & Ribeiro Filho, A. (2024). Gestão de desatres em massa no Brasil –revisão sistemática narrativa. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 7(2), e70019 . https://doi.org/10.34188/bjaerv7n2-069

Edição

Seção

Artigos originais