Pesquisa de fragmentos de insetos e outras matérias estranhas microscópicas em amostras de hibisco desidratado e especiarias comercializadas na região de Belo Horizonte-MG

Autores

  • Larissa Barbosa Silva
  • Caique Marliere de Castro
  • Luana Sousa Silva
  • Renata Regina Pereira da Conceição
  • Camila Gonçalves Rodrigues
  • Regiane Ribeiro dos Santos
  • Felipe Trombete Machado

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv7n2-068

Palavras-chave:

microscopia de alimentos, boas práticas de fabricação e coleópteros

Resumo

Com o aumento da demanda por alimentação saudável, o consumo de chás e especiarias, como hibisco, urucum e açafrão, tem crescido devido ao reconhecimento de seus compostos bioativos. Esses alimentos são ricos em antioxidantes, combatendo os radicais livres. Neste estudo foram pesquisadas matérias estranhas microscópicas em amostras de hibisco e especiarias embaladas na região metropolitana de Belo Horizonte, MG. Foram analisadas 38 amostras (20 de hibisco, 9 de urucum e 9 de açafrão) pelo método do frasco de Wildman, com óleo mineral como líquido de flotação, seguido de observação microscópica. Em 100% das amostras de hibisco, foram encontrados fragmentos, insetos inteiros e larvas. Nas especiarias, 66,7% (n= 12) continham matérias estranhas, como fragmentos de insetos, fibras de tecido e pelo, dentro dos limites tolerados pela Anvisa. Apesar de falhas nas práticas de armazenamento/processamento, não foram encontradas matérias estranhas prejudiciais à saúde humana. No entanto, destaca-se a necessidade de maior atenção dos produtores, comerciantes e órgãos fiscalizadores quanto à qualidade desses produtos, especialmente os relacionados às tendências dietéticas em ascensão entre os consumidores.

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Publicado

2024-05-22

Como Citar

Silva , L. B., Castro , C. M. de, Silva, L. S., Conceição , R. R. P. da, Rodrigues, C. G., Santos, R. R. dos, & Machado, F. T. (2024). Pesquisa de fragmentos de insetos e outras matérias estranhas microscópicas em amostras de hibisco desidratado e especiarias comercializadas na região de Belo Horizonte-MG. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 7(2), c69829. https://doi.org/10.34188/bjaerv7n2-068

Edição

Seção

Artigos originais