Esporotricose em cães: relato de casos

Autores

  • Carla Camille Ferreira Gusmão de Sousa
  • Débora Brach Machado de Mendonça
  • Renata de Souza Dutra
  • Flávia Cristina Lacerda
  • Breno Aguiar Salzedas
  • Adriano Felipe Perez Siqueira

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv7n2-005

Palavras-chave:

Sporothrix spp., micologia, canino, ulceração, pele

Resumo

O convívio com os animais ocorre há anos e essa aproximação trouxe benefícios e malefícios, entre eles doenças e infecções transmitidas por animais (as chamadas zoonoses), como a esporotricose. A transmissão da esporotricose pode ocorrer por lesão traumática associada ao meio ambiente ou por animais. Os gatos apresentam maior carga infectante, enquanto nos cães a doença é rara e com menor carga fúngica. O presente trabalho descreve dois casos de esporotricose canina atendidos no Hospital Veterinário da Universidade Guarulhos (UnG), nos quais foram observadas lesões nodulares e ulceradas. Foram solicitados hemograma, bioquímica sérica, citologia, histopatológico e cultura fúngica. Um dos pacientes foi tratado com itraconazol e apresentou melhora, enquanto o outro paciente foi encaminhado ao Centro de Controle de Zoonoses para continuação do tratamento. A esporotricose tem cura, apesar de o tratamento ser demorado.

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Publicado

2024-04-08

Como Citar

Sousa, C. C. F. G. de, Mendonça, D. B. M. de, Dutra, R. de S., Lacerda, F. C., Salzedas, B. A., & Siqueira, A. F. P. (2024). Esporotricose em cães: relato de casos. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 7(2), e68719 . https://doi.org/10.34188/bjaerv7n2-005

Edição

Seção

Artigos originais