Influência das classes diamétricas no coeficiente de rendimento volumétrico para duas espécies tropicais
Influence of diametric classes on the volumetric yield coefficient for two tropical species
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv7n1-030Palavras-chave:
madeira serrada, Qualea sp., diagrama de corteResumo
Este trabalho foi desenvolvido em uma serraria no norte do estado de Mato Grosso e teve como objetivo avaliar a influência de diferentes classes diamétricas no rendimento volumétrico para duas espécies tropicais de interesse comercial, Guanandi (Calophyllum brasiliense) e Cambará (Qualea sp.). Foram selecionadas 15 toras para cada espécie, divididas em três classes diamétricas: A= 35,1 cm – 42,0 cm; B= 42,1 cm – 49,0 cm e C= 49,1 cm – 56,0 cm, com 5 toras cada classe diamétrica, desdobradas com corte paralelo ao eixo longitudinal da tora. Para avaliação do rendimento volumétrico, considerou-se os volumes de madeira em tora e madeira serrada. A análise estatística demonstrou diferenças significativas no rendimento volumétrico entre as classes diamétricas para ambas as espécies. Para o Guanandi os rendimentos volumétricos foram de: classe A = 48,66%; B = 52,72% e C = 57,18%. Já para a espécie Cambará os rendimentos volumétricos foram de: classe A = 47,03%; B = 50,42% e C = 55,86%. Na comparação entre as espécies, não se observou diferenças significativas no rendimento volumétrico, com 52,85% e 51,10% para as espécies Guanandi e Cambará, respectivamente. Com o estudo, infere-se que rendimento volumétrico é diretamente influenciado pelas classes diamétricas para ambas as espécies, sendo que, quanto maior a classe diamétrica, maior o rendimento volumétrico.
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