Redução da utilização de xilol no processamento histológico de amostras biológicas de animais para comparação com a técnica padrão/convencional
Reduction in the use of xylene in the histological processing of biological samples from animals compared to the standard/conventional technique
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv6n4-041Palavras-chave:
coloração, desparafinação, meio ambiente, poluição, toxicidadeResumo
Técnicas histológicas auxiliam no processamento de amostras biológicas aplicadas ao estudo e diagnóstico, utilizando reagentes e corantes que favorecem a análise de células e tecidos. O tempo de preparo das amostras é longo e o uso de reagentes químicos potencialmente tóxicos expõe os manipuladores e gera resíduos químicos ambientais, inclusive o xileno, um hidrocarboneto aromático amplamente utilizado como agente clarificante e desparafinante. Este estudo visa reduzir o uso de xileno na etapa final da coloração de hematoxilina e eosina em comparação com o protocolo padrão para coloração em diferentes amostras de tecidos de animais necropsiados, sem perder a qualidade da amostra e o diagnóstico. Sessenta e seis lâminas foram confeccionadas a partir de 3 blocos de parafina, divididas em dois grupos e coradas em HE com xileno e com redução ou sem xileno. As lâminas foram analisadas por 25 profissionais das áreas biológica e veterinária, e os resultados expressos por estatística descritiva, apresentando os valores médios. O teste de correlação do Coeficiente de Spearman foi realizado no programa estatístico Jamovi. As lâminas do grupo de teste apresentaram melhores médias estáticas do que as do grupo de controle. Concluindo que o xileno pode ser reduzido e excluído da última etapa de coloração, mantendo a qualidade estrutural do tecido e diagnóstico, reduzindo custos operacionais e sem prejudicar a saúde do trabalhador.
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