Das ilhas de Clusia na restinga de Jurubatiba à fitoquímica de Guttiferae, uma retrospectiva

From the shrub islands of Clusia in the restinga of Jurubatiba to the phytochemistry of Guttiferae, a retrospective

Autores

  • Alphonse Kelecom
  • Artur Maciel

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv6n1-058

Palavras-chave:

restinga de Jurubatiba, Clusia spp, perfil químico, metabólitos secundários, usos populares, atividades farmacológicas e ecológicas, proposta biogenética, polônio-210

Resumo

A orla costeira do Estado do Rio de Janeiro, de Maricá a Campos, incluindo a turística Região dos Lagos, vem sofrendo há muito tempo grande impacto devido a interesses antagônicos: especulação imobiliária versus proteção da biodiversidade. Toda essa área abriga manguezais, um frágil ecossistema berço da vida marinha. Intimamente associadas aos manguezais, as restingas costeiras são constituídas por um conjunto de micro-ecossistemas onde se encontra uma vegetação típica. Apesar disso, poucos estudos foram realizados visando o conhecimento da diversidade química dessa vegetação. Neste trabalho, pretendemos resgatar trabalhos fitoquímicos e etnofarmacológicos pioneiros desenvolvidos primeiro na restinga de Maricá e, posteriormente, na restinga do Parque Nacional de Jurubatiba, apontando alguns dados recentes com vistas a usos econômicos potenciais. É apresentado um levantamento dos metabólitos secundários encontrados no gênero Clusia e das atividades farmacológicas e ecológicas associadas. Sendo a restinga de Jurubatiba situada numa região de afloramento de areias monazíticas, foram medidos em algumas plantas aquáticas os teores de polônio-210 – um radionuclídeo altamente radiotóxico marcador da série radioativa natural do urânio-238.

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Publicado

2023-03-26

Como Citar

Kelecom, A., & Maciel, A. (2023). Das ilhas de Clusia na restinga de Jurubatiba à fitoquímica de Guttiferae, uma retrospectiva: From the shrub islands of Clusia in the restinga of Jurubatiba to the phytochemistry of Guttiferae, a retrospective. Brazilian Journal of Animal and Environmental Research, 6(1), 648–670. https://doi.org/10.34188/bjaerv6n1-058

Edição

Seção

Artigos originais