Frequência de Babesia spp. em bezerras holandesas no município de Patos de Minas - MG / Babesia spp. occurance in holstine calves in Patos de Minas - MG
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv4n4-076Palavras-chave:
Babesiose, Babesia, raça holandesa, ectoparasitas, anemia.Resumo
As babesioses bovinas tratam-se de doenças parasitárias causadas por Babesia bovis e Babesia bigemina, sendo que o único vetor biológico é o carrapato Rhipicephalus (Boophilus) microplus. O aspecto mais relevante da patogenicidade desse agente reside na anemia grave, ocasionando um alto índice de morbimortalidade nos rebanhos, além de queda da produção de leite e carne, abortos, redução de fertilidade, entre outros prejuízos. A raça holandesa tem origem nos países baixos europeus e tem sido evidenciada como uma das principais raças leiteiras entre as bovinas, sendo expandida a criação da mesma em quase todos os continentes. Todas as raças bovinas são suscetíveis à Babesia spp., mas o Bos indicus apresenta maior resistência do que o Bos taurus. O Brasil é considerado como um país enzoótico para a Babesiose devido à constante transmissão dos agentes. O objetivo geral deste trabalho é determinar a prevalência de infecção por Babesia bovis em bezerras da raça Holandesa no município de Patos de Minas, MG, através da análise de esfregaços de sangue periférico. O estudo foi realizado em 10 (dez) propriedades de rebanho leiteiro da raça Holandesa (HPB), no período de julho de 2016. Foram avaliadas bezerras entre 90 e 270 dias, utilizando-se amostras de sangue periférico de 160 animais destas propriedades. Os resultados obtidos demonstram que (46%) dos animais foram considerados infectados por Babesia spp., confirmando a presença deste hemoparasito no município Patos de Minas, MG.
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