Severidade de Mancha-de-alternária em genótipos de girassol no Cerrado do Distrito Federal / Evaluation of Alternaria leaf spot severity on sunflower in the Cerrado region of the Distrito Federal
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv4n3-058Palavras-chave:
Helianthus annuus L., Alternaria helianthi, doença foliar, resistênciaResumo
Este trabalho teve como objetivo comparar a severidade da Mancha-de-alternária de genótipos de girassol em ambientes do Cerrado do Distrito Federal. Três experimentos foram avaliados, dois na Embrapa Cerrados (Planaltina, DF) e um localizado na Embrapa Cerrados, no Centro de Inovação em Genética Vegetal – CIGV, Fazenda Sucupira, (Riacho Fundo II, DF). Foram feitas análises ao longo do ciclo da cultura com um intervalo de 15 dias, sendo a primeira aos 35 dias após emergência. Cada planta foi analisada em três partes: terço inferior, terço médio e terço superior. Ao final de cada experimento, a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) foi calculada para cada genótipo. De acordo com os resultados observados, o ambiente de sequeiro na Embrapa Cerrados, que deteve a maior média da severidade da doença, entre os ambientes avaliados. Dentre os genótipos avaliados, MG 360 mostrou menor severidade da doença no sequeiro e AGUARA 06 no irrigado da Embrapa Cerrados. O genótipo G 42 no CIGV, se destacou pela menor severidade do fungo. Houve influência significativa do ambiente nos resultados de severidade da doença, que está estreitamente relacionada com os fatores climáticos como temperatura do ar e umidade relativa do ar. A compreensão dessas condições favoráveis ao desenvolvimento do fungo é essencial quando se avalia a resistência em genótipos de girassol.
Referências
ADÁMOLI, J.; MACEDO, J.; AZÊVEDO, L. G.; NETTO, J. M. Caracterização da região dos Cerrados. In: GOEDERT, W.J. (Ed.). Solos do Cerrado: tecnologias e estratégias de manejo. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados; São Paulo: Nobel, 1987. p. 33-98.
AMABILE, R. F.; VASCONCELLOS, C. M.; GOMES, A. C. Severidade da mancha-de-alternária em cultivares de girassol na região do Cerrado do Distrito Federal. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v. 37, p. 251-257, 2002.
AQUINO, M. L. N.; BEZERRA, J. L.; LIRA, M. A. Ocorrência do crestamento do girassol (Helianthus annuus L.) em Pernambuco. Revista de Agricultura, v. 46, n. 4, p.151-156, 1971.
CAMPBELL, C. L.; MADDEN, L. V. Introduction to plant disease epidemiology. New York. J. Wiley & Sons. 1990.
CRUZ, C.D. Programa Genes: aplicativo computacional em genética e estatística. Versão Windows – 2007. Viçosa: editora UFV, 1997. v.1. 442p.
DAVET, P.; PÉRÈS, A.; REGNAULT, Y.; TOURVIEILLE, D.; PENAUD, A. Les maladies du tournesol. Paris: CETIOM, 1991. 72p.
HELDWEIN, A. B; CONTERATO, I. F.; TRENTIN, G.; NIED, A. H. Princípio para implementar alertas agrometeorológicos e fitossanitários. In: CARLESSO, R; PETRY, M. T.; ROSA, G. M. da; HELDWEIN, A. B. Usos e benefício da coleta automática de dados meteorológicos na agricultura. 1.ed. Santa Maria: Editora UFSM, 2007. cap.5, p.115-134.
LEITE, R. M. V. B. C.; AMORIM, L. Elaboração e validação de escala diagramática para mancha de Alternaria em girassol. Summa Phytopathologica, v. 28, n. 1, p.14-19, 2002.
LEITE, R. M. V. B. C.; BRIGHENTI, A. M.; CASTRO, C. de. (Ed.). Girassol no Brasil. Londrina: Embrapa Soja, 2005. 613 p. LEITE, R. M. V. B. C. Doenças do girassol. Londrina: EMBRAPA-CNPSo, 1997. 68 p. (EMBRAPA-CNPSo. Circular Técnica, 19).
MORAES, S. A.; UNGARO, M. R. G.; MENDES, B. M. J. Alternaria helianthi agente causal de doença em girassol. Campinas: Fundação Cargill, 1983. 20 p. TANAKA, M.A. Doenças do girassol. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v. 7, n. 82, p. 84-86, 1981.
SCOTT, A.J.; KNOTT, M. Accouter analysis methods for grouping means in the analysis of variants. Biometrics, 30: p.507-512, 1974.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
- O conteúdo dos artigos é de responsabilidade exclusiva dos autores.
- É permitida a reprodução total ou parcial do conteúdo dos artigos, desde que citada a fonte.
- Artigos com plágio serão recusados, e o autor do plágio perderá o direito de publicar nesta revista.
- Os nomes e endereços informados nesta revista serão utilizados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação e não estão disponíveis para outros fins ou a terceiros.
- Depois de enviar os artigos, os autores cedem os direitos autorais de seus artigos ao BJAER. Se você se arrepender da submissão, o autor tem o direito de solicitar ao BJAER que não publique seu artigo. Porém, essa solicitação deve ocorrer até dois meses antes da divulgação do número que o artigo será publicado.
- O BJAER usa a licença Creative Commons CC BY. Informações sobre esta licença podem ser encontradas em: https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/
Brazilian Journal of Animal and Environmental Research (BJAER) se reserva o direito de efetuar nos originais alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores. Os trabalhos finais não serão enviadas aos autores.