Enraizamento de estacas de caule de umbu–cajazeira tratadas com ácido indolbutírico / Rooting of stem umbu-cajazeira treated with indolbutyric acid
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv3n4-109Palavras-chave:
Spondias, estaquia, propagação, ácido indolbutírico, enraizamentoResumo
A produção de mudas de umbu-cajazeira através do método assexual de propagação se faz necessário, tendo em vista que a propagação sexual (por sementes) se torna difícil em função do baixo índice de sementes nos caroços e por aumentar a variabilidade das progênies resultantes, característica indesejável na maioria das fruteiras tropicais. O trabalho foi conduzido para ampliar os conhecimentos sobre a espécie quanto à sua fenologia na Região Centro-sul do Estado do Ceará e estudar a possibilidade de se produzir mudas por um processo vegetativo, avaliando a influência do diâmetro da estaca e do ácido indolbutírico - AIB sobre o enraizamento e emissão de folhas de umbu-cajazeira. Foram utilizados três tipos de estacas sendo, grossas (20,0-22,0 mm), medianas (15,0-17,0 mm) e finas (10,0-12,0 mm) em função de três doses de AIB (0, 1000 e 3000 mg.L-1), avaliou-se o enraizamento e emissão de folhas em sacos de polietileno com areia lavada, barro vermelho e esterco bovino (1:1:1 v/v). Estacas de umbu-cajazeira grossas (20-22 mm) apresentaram maior capacidade de enraizamento. Estacas de umbu-cajazeira tratadas com AIB (1000 mg.L-1) tiveram mais enraizamento. Estacas de umbu-cajazeira finas (10-12 mm) tratadas com AIB não revelaram efeitos significativos sobre enraizamento.
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