Trocas gasosas foliares de cafeeiros após o experimento Face: comparação de medições realizadas com licor 6400 e LC-PRO / Leaf gas exchange responses in coffee after the Face experiment: comparison of measurements made with licor 6400 and LC-PRO
DOI:
https://doi.org/10.34188/bjaerv3n4-020Palavras-chave:
comparação de medições, condutância estomática, fotossíntese foliar, respiração no escuro e transpiração.Resumo
Para avaliar ajustes e aclimatação de plantas às variações ambientais, as variações nas trocas gasosas foliares representam as respostas vegetativas primarias. Uma das maneiras de avaliar as respostas de folhas à variação de luz e outros fatores ambientais realiza-se através de construção de curvas de respostas de fotossíntese à luz e através de modificação dos parâmetros extraídos delas. Após o encerramento de injeção de CO2 no experimento Free-Air-CO2-Enrichment (FACE) com cafeeiros Arabica, foram efetuadas as medições paralelas de trocas gasosas usando dois sistemas abertos, LICOR-6400 e LC-pro e foram calculados os parâmetros de curvas de respostas de fotossíntese a luz. A hipótese do trabalho foi que dois sistemas de medição apresentariam as respostas comparáveis nas trocas gasosas (fotossíntese – A, condutância estomática – gs, transpiração – E e concentração de CO2 no espaço aéreo intercelular - Ci) para a interpretação de respostas de cafeeiros às mudanças de ambiente. Dois sistemas de medição apresentaram ajustes excelentes quando as regressões lineares foram usadas na comparação das medições de trocas gasosas e dos parâmetros estimados de curvas de luz. Revelaram-se variações significantes entre dois sistemas nas medições de A e Ci usando teste t de pares. Estas variações foram relacionadas aos intervalos de fotossíntese baixa e de respiração no escuro. Os resultados obtidos por dois sistemas de medição foram altamente compatíveis na interpretação de impactos dos tratamentos. Isso indica a recomendação de contínuo uso do mesmo sistema para as medições durante um experimento inteiro, senão algumas conclusões poderão ser a consequência de variação na precisão e erros de equipamento e não das modificações de ambiente testado. Caso precisar usar diferentes equipamentos/sistemas, usar em estágios diferenciados de desenvolvimento vegetal, os quais não sejam comparáveis entre si.
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