Caracterização dos concretos convencional e auto-adensável fabricados em Sergipe diante da corrosão estrutural / Characterization of conventional and self-sustainable concretes manufactured in Sergipe in respect of structural corrosion

Authors

  • Francisco Luiz Campos Lopes
  • Henrique Carvalho Santos Melo
  • Francisco Luiz Gumes Lopes
  • Carlos Henrique de Carvalho

DOI:

https://doi.org/10.34117/bjdv6n8-616

Keywords:

Corrosão estrutural, Concreto auto-adensável, Ensaios não Destrutivos, GECOR 8.

Abstract

O concreto auto-adensável (CAA) é uma tecnologia de materiais relativamente nova em algumas regiões do Brasil. O conhecimento de sua durabilidade frente às manifestações patológicas, principalmente corrosão estrutural, é indispensável na sua caracterização. O artigo objetivou comparar o desempenho dos concretos auto-adensável e convencional, fabricados por concreteiras em Aracaju-SE, frente à corrosão estrutural utilizando o equipamento GECOR 8. Utilizaram-se três corpos de prova prismáticos para cada tipo de concreto, com barras e estribos limpos quimicamente conforme prescrito pela ASTM G1-90. Os corpos de prova foram moldados in loco e desformados em laboratório onde foram submetidos à cura hidráulica de 28 dias. O equipamento GECOR 8 foi empregado para determinação do potencial e taxa de corrosão dos corpos de prova. Evidenciaram-se falhas cometidas nas fases de concepção e controle de qualidade na produção do CAA. A partir dos dados obtidos com o GECOR 8. Concluiu-se que as manifestações patológicas no concreto, decorrentes de uma má concretagem e má dosagem de aditivos, é um fator diretamente proporcional ao risco de penetração de agentes agressivos, causadores da corrosão estrutural.

References

ANDRADE, C. and ALONSO, C. - Corrosion Rate Monitoring in the Laboratory and OnSite - Construction and Building Materials, vol. 10, N. º 5, pp. 315-328, 1996 Strategic Highway Research Program - Report SHRP-S-324 - Condition Evaluation of Concrete Bridges Relative to Reinforcement Corrosion.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 14931: Execução de estruturas de concreto – Procedimentos. Rio de Janeiro, 2004.

ASTM G1-90. Standard Practice for Preparing, Cleaning, and Evaluating Corrosion Test Specimens. 1999.

CASTRO, S; TUNES, S. Corrosão, ameaça oculta. Revista Globo Ciência. Abril 1993.

CUNHA, A.C.Q.;HELENE,P.R.L. Despassivação das Armaduras de Concreto por Ação da Carbonatação. São Paulo, 2001. 100p. Dissertação (Mestrado) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

DOTTO, J. M. R. Corrosão do aço induzida por íons cloreto – Uma análise crítica das técnicas eletroquímicas aplicadas ao sistema aço-concreto com ou sem pozolana. Dissertação de Mestrado em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 2006.

FÉDÉRATION INTERNATIONALE DU BÉTON (fib), Structural Concrete – Textbook on behaviour, design and performance, Bulletin 51, 2009.

Graeff, Ângela Gaio, Avaliação experimental e modelagem dos efeitos estruturais da propagação da corrosão em elementos de concreto armado. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil.Porto Alegre-RS, 2007.

Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI). Aditivos Para Concreto: Manual de utilização de aditivos para concreto dosado em central. Manual 1 edição. Instituto Brasileiro de Impermeabilização, São Paulo - SP ,2018

INSTITUTO DE PESQUISAS ENERGÉTICAS E NUCLEARES (IPEN). Área de materiais desenvolve estudos contra a corrosão. Notícias - Jornal Órbita. Jul. 2002. http://www.ipen.br/sitio?idc=896

RONCERO, J. Effect of superplasticizers on the behavior of concrete in the fresh and hardened states: implications for high performance concretes. Tese de doutorado. Universidade Politécnica de Barcelona. Barcelona, Espanha, 2000.

THE EUROPEAN FEDERATION OF SPECIALIST CONSTRUCTION CHEMICALS AND CONCRETE SYSTEMS - EFNARC, Specification and guidelines for selfcompacting concrete, February 2002, 32p.

THE GECOR 8 CORROSION RATE METER INSTRUCTION MANUAL - SECOND EDITION. JAMES INDUSTRIES INC., JANUARY 2002.

TUTIKIAN, B. F. DAL MOLIN, Denise C. Concreto auto adensável. 1ª ed. São Paulo: PINI, 2008.

Published

2020-08-27

How to Cite

Lopes, F. L. C., Melo, H. C. S., Lopes, F. L. G., & Carvalho, C. H. de. (2020). Caracterização dos concretos convencional e auto-adensável fabricados em Sergipe diante da corrosão estrutural / Characterization of conventional and self-sustainable concretes manufactured in Sergipe in respect of structural corrosion. Brazilian Journal of Development, 6(8), 62473–62481. https://doi.org/10.34117/bjdv6n8-616

Issue

Section

Original Papers