Mapeamento das áreas ambientalmente frágeis e a efetividade das Unidades de Conservação por análise multicritérios - Bacia Hidrográfica do Alto Iguaçu – PR. / Mapping of the fragile environmentally areas and the effectiveness of the Conservation Units by multicriteria analysis - Hydrographic basin of Alto Iguaçu - PR.
Keywords:
forest fragmentation, multi-criteria analysis, ecological planning.Abstract
The determination of areas recommended for conservation with selective tools presents a great potential of application, especially when considering a System of Conservation Units. Through the methodology of multi-criteria cost analysis, using the current land use and soil hydrography, this project has an objective to determine environmentally fragile areas and compare them geographically with the current conservation areas of the hydrographic basin Alto Iguaçu in the state of Paraná. The method showed that basin has 68,8% of it’s territory under some environmental fragility, of which 24,3% are protected by the Conservation Units of the region. Through this methodology, it’s possible to get technical information for questions in the sustainable territorial planning, prioritizing areas with original vegetation and hydromorphic soils.
References
AYRES, J.M.; FONSECA, G.A.B.; RYLANDS, A.B.; QUEIROZ, E.L.; PINTO, L.P.; MASTERSON, D.; CAVALCANTI R.B. Os corredores ecológicos das florestas tropicais do Brasil. Belém: Sociedade Civil Mamirauá, 2005. 256 p.
BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA. Resolução nº 9, de 24 de outubro de 1996. Acesso em: 22 de abril de 2017. Disponível em: Http://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoo/legislacao/federal/resolucoes/1996_res_conama_9.pdf
CAMPOS, J. B.; COSTA FILHO, L. V. Sistema ou conjunto de unidades de conservação? In: Unidades de Conservação: ações valorização da biodiversidade. João Batista Campos; Márcia de Guadalupe Pires Tossulino; Carolina Regina Cury Müller (Orgs). Curitiba: IAP, 2006. 344 p.
FERREIRA, L.V. et al. Identificação de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade por meio da representatividade das unidades de conservação e tipos de vegetação nas ecorregiões da Amazônia brasileira. In: A. Veríssimo, A. Moreira, D. Sawyer, I. Santos, L.P. Pinto & J.P.R. Capobianco (eds.). Biodiversidade na Amazônia brasileira. pp. 268-286. Editora Estação Liberdade, Instituto Socioambiental, São Paulo. 2001.
Instituto Ambiental do Paraná – IAP. Unidades de Conservação. Ações para valorizar a biodiversidade. Publicado por Governo do Paraná. Curitiba, 2006.
KERSTEN.R.A. Epifitismo vascular na Bacia do Alto Iguaçu, Paraná. Tese (Doutorado em Engenharia Florestal) – Programa de Pós Graduação em Engenharia Florestal. UFPR, Curitiba, PR, 2006.
KÖPPEN, William. Climatologia. México, Fundo de Cultura Econômica. 1931.
MACHADO, R.B., RAMOS NETO, M.B., HARRIS, M.B., AGUIAR, L.M.S. Análise de lacunas de proteção da biodiversidade do Cerrado-BR. Pag. 29-38. Anais do IV congresso brasileiro de unidades de conservação. Volume II -–Seminários. Fundação O boticário de proteção à natureza e Rede nacional pró unidades de conservação. Curitiba, PR, 2004.
MAACK.R. Geografia física do estado do Paraná. Banco de Desenvolvimento do Paraná, 1968.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Lei nº 9985, de 18 de julho de 2000. Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, 2000. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=322. Acesso em 05 out. 2017.
MMA. Brasil, Ministério do Meio Ambiente. Programa Nacional de Áreas Protegidas, 2007.
OLIVEIRA, M. M.; ALVES W. S. A Influência da Vegetação no Clima Urbano de Cidades Pequenas: Um Estudo Sobre as Praças Públicas de Iporá-GO. Revista Territorial de Goiás, v. 2, p. 61-77, 2013.
PARANÁ. Instituto Ambiental do Paraná – IAP. Plano de manejo do parque Estadual Mata dos Godoy. Curitiba: IAP, 2002.
PINTO L.P., BEDÊ L. et al. Mata Atlântica Brasileira: os desafios para a conservação da biodiversidade de um Hotspot mundial. Mata Atlântica: biodiversidade, ameaças e perspectivas. Fundação SOS Mata Atlântica. Cap. 04. Belo Horizonte, 2005.
PORTO, M. F. A et al. Bacias Críticas: Bases Técnicas para definição de metas progressivas para o seu enquadramento e integração com os demais sistemas de gestão - Estudo de caso da Bacia do Alto Iguaçu. Curitiba: Universidade Federal do Paraná – Departamento de Hidráulica e Saneamento (FINEP/CT-HIDRO). Projeto concluído, 2007.
ROSS, J. L. S. Análise empírica da fragilidade dos ambientes naturais e antropizados. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo, n.8, 1994.
RYLANDS,A.B; BRANDON, K. Unidades de Conservação Brasileiras. Revista Megadiversidade, v.1, n.1. Julho de 2005.
SANTOS, A. R.; LOUZADA, F. L. R. O.; SILVA, A. G.; COELHO, A. L. N.; EUGENIO, F. C.; SAITO, N. S.;PELUZIO, T. M. O.; TULER, T. O.; TEBALDI, A. L. C.; GARCIA, G. O. Delimitação de Corredores Ecológicos no ArcGIS 9.3. Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Espirito Santo, 2010.
Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SEMA. Projeto Paraná Biodiversidade: Biodiversidade, conceitos e práticas para a conservação. Curitiba: SEMA, 2007.
Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SEMA. Bacias Hidrográficas do Paraná. Curitiba, 2010.
SCHEUER.J.M. Planejamento urbano, áreas verdes e qualidade de vida. Revista Meio Ambiente e Sustentabilidade. Versão on-line ISSN2319-2856. Volume 11, número 5. Curitiba – PR. jun/dez, 2016.
SPORL.C., ROSS. J.L.S.; Análise comparativa de fragilidade ambiental com a aplicação de três modelos. GEOUSP - Espaço e Tempo, São Paulo, Nº 15, pp.39-49, 2004.
SUDERHSA. Mapas da bacia do Alto Iguaçu. Instituto de águas do Paraná. 2000.


