Histiocitose de células de Langerhans: relato de caso
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv9n3-110Keywords:
histiocitose, tumor ósseo, dor torácica, células de LangerhansAbstract
Este artigo aborda um caso raro de neoplasia. Mulher de 45 anos previamente hígida iniciou quadro de dor torácica não anginosa, após descartar síndrome coronariana, nota-se, em radiografia de tórax, lesão óssea patológica. Encaminhada então para investigação hospitalar, paciente é submetida a biópsia lesional e é diagnosticada com Histiocitose de células de Langerhans. Pesquisa Imuno histoquímica confirma CD1a e CD207 (langerina) positivos. Logo após investigação etiológica extensa, estadiamento oncológico evidencia tumor único primário através de PET CT, sem outros acometimentos de órgãos e sistemas. Por fim, doente é encaminhada para toracectomia com proposta terapêutica com perspectiva curativa e acompanhamento clínico ambulatorial com a Oncohematologia.
References
BROWN, N. A. et al. High prevalence of somatic MAP2K1 mutations in BRAF V600E–negative Langerhans cell histiocytosis. Blood, v. 124, n. 10, p. 1655–1658, set. 2014.
EMILE, J.-F. et al. Histiocytosis. The Lancet, v. 398, n. 10295, p. 157–170, jul. 2021.
GOYAL, G. et al. Adult disseminated Langerhans cell histiocytosis: incidence, racial disparities and long‐term outcomes. British Journal of Haematology, v. 182, n. 4, p. 579–581, ago. 2018.
GOYAL, G. et al. international expert consensus recommendations for the diagnosis and treatment of Langerhans cell histiocytosis in adults. Blood, v. 139, n. 17, p. 2601–2621, abr. 2022.
LIU, H. et al. Incidence, prevalence and survival in patients with Langerhans cell histiocytosis: A national registry study from England, 2013–2019. British Journal of Haematology, v. 199, n. 5, p. 728–738, dez. 2022.


