Síndrome de Burnout e o impacto do estresse ocupacional na prática de Enfermagem em UTI
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv9n2-090Keywords:
Enfermagem, Síndrome de Burnout, Unidades de Terapia IntensivaAbstract
A prática de enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva envolve alta complexidade e pressão constante, configurando um ambiente estressante que pode contribuir para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout, caracterizada por exaustão emocional, despersonalização e redução da realização pessoal. Este estudo tem como objetivo analisar o impacto do estresse ocupacional na prática de enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e sua contribuição para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. A coleta de dados ocorreu entre janeiro e março de 2025, nas bases de dados SCIELO, LILACS, BDENF e MEDLINE. Foram utilizados os descritores “Enfermagem”, “Síndrome de Burnout” e “Unidades de Terapia Intensiva”. Como critérios de inclusão, consideraram-se publicações em português, inglês e espanhol, no período de 2014 a 2024, disponíveis gratuitamente na íntegra. A amostra final foi composta por 12 artigos que atenderam aos critérios estabelecidos. A análise dos estudos permitiu a identificação de três categorias temáticas centrais, evidenciando os principais aspectos abordados na literatura e a complexidade multifatorial do fenômeno em profissionais de enfermagem atuantes em UTIs. Conclui-se que esses profissionais estão expostos a múltiplos fatores estressores que impactam significativamente sua saúde física e mental, favorecendo o desenvolvimento da Síndrome de Burnout.
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