Câncer de pele em pacientes submetidos a transplante cardíaco: revisão da literatura
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv8n6-280Keywords:
carcinoma basocelular, transplante cardíaco, fotoproteçãoAbstract
Considerando o aumento da sobrevida de pacientes submetidos a transplante cardíaco, o câncer de pele não melanoma se destaca como uma das principais complicações a longo prazo. Objetiva-se analisar a relação entre transplante cardíaco e malignidades cutâneas, focando em fatores de risco, incidência e estratégias de manejo. Para tanto, foi realizada uma revisão da literatura com estudos publicados entre 2014 e 2024, selecionando 15 artigos sobre câncer de pele em transplantados cardíacos. Os resultados indicam que pacientes transplantados apresentam risco significativamente maior de desenvolver câncer de pele, com destaque para os carcinomas basocelular e espinocelular, principalmente em pacientes que utilizam imunossupressores, como ciclosporina e tacrolimus. A exposição à radiação solar e a cor da pele também são fatores determinantes. O rastreamento dermatológico anual foi identificado como uma medida eficaz para a detecção precoce e tratamento menos agressivo, promovendo uma melhor qualidade de vida. Conclui-se que a vigilância regular e a educação sobre fotoproteção são essenciais para reduzir a morbimortalidade associada a malignidades cutâneas, além de evidenciar a necessidade de um acompanhamento contínuo e rigoroso para pacientes transplantados cardíacos.
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(Corrigi o início para seguir ABNT: SOBRENOME, Inicial.)
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