Educação ambiental e agroecológica na prática educativa da escola básica na perspectiva dos docentes: uma ênfase nas práticas e experiências do cotidiano
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv8n6-275Keywords:
Educação Ambiental, agroecologia, práticas pedagógicas, escolas públicasAbstract
Esse artigo tem como objetivo refletir sobre as práticas pedagógicas de professores da escola pública relacionadas à Educação Ambiental, bem como suas compreensões acerca da importância dessas práticas para uma educação voltada à agroecologia e a formar pessoas conscientes dos seus direitos e deveres para com o meio ambiente. Para isso, utilizou-se a pesquisa descritiva, sendo feita uma revisão de literatura sobre a temática e aplicado um questionário, a fim de investigar como os professores integram os temas ambientais em suas aulas e como relacionam os componentes curriculares uns com os outros, provocando a interdisciplinaridade. Então, entende-se que este estudo colabora para fomentar o debate sobre o papel da educação ambiental e ofertar elementos de reflexão para uma prática educativa voltada a reflexão-ação-reflexão. Conclui-se que a educação ambiental nas escolas acontece e que os professores participam ativamente do processo, embora seja necessária uma reestruturação em relações às práticas pedagógicas para que estas deixem de ser individuais e passem a ser um trabalho coletivo.
References
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional da Educação. Diretrizes Curriculares para Nacional para Educação Ambiental. Resolução nº 12, junho de 2012. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rcp002_12.pdf. Acesso em 21 de dezembro de 2024.
BRASIL, Lei n°9795/99. Política Nacional de Educação Ambiental. Disponível em: http://planalto.gov.br/ccivil_03/leis/19795.htm . Acesso em 20 de dezembro de 2024.
CENTRO DE REFERÊNCIA PAULO FREIRE. Freire: Educar é um ato político. Disponível em: https://acervoapi.paulofreire.org/server/api/core/bitstreams/3dd9a640-e8e2-415f-ab0f-8cf98c9d25ea/content. Acesso em 19 de dezembro de 2024.
CMMAD. Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Nosso Futuro. Comum (2ª Ed.). Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, p.9, 1991.
CORDOVIL, Claúdio. Porque Novos Objetivos foram adotados em 2015? DSSBR. Promovendo a Equidade em Saúde. Disponível em : https://dssbr.ensp.fiocruz.br/faqconc/por-que-novos-objetivos-foram-adotados-em-2015/ . Acesso em 21 de dezembro de 2024.
FORNAZARI, Valéria Brunato Regina. A Educação Básica como promotora da Alfabetização Nutricional a partir da Educação Ambiental Crítica: o debate do Carnismo na reflexão das mudanças climáticas. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental. Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental – FURG. Disponível em: https://periodicos.furg.br/remea/article/view/15807/10507. Acesso em 21 de dezembro de 2024
FREIRE, Paulo .PEDAGOGIA DO OPRIMIDO.66º ed Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra,2018.
IGNÁCIO, Julia. Eco 92-O que foi a conferência e quais foram seus principais resultados? Politize. Disponível em: https://www.politize.com.br/eco-92/. Acesso em 21 de dezembro de 2024.
JACOBI, Pedro Roberto; BESEN, Gina Rizpah. Gestão de resíduos sólidos em São Paulo: desafios da sustentabilidade. Estudos avançados, São Paulo, v. 25, n. 71, abr. 2011. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142011000100010&script=sci_arttext>. Acesso: 18 de dezembro de 2024.
LAYRARGUES, Philippe Pomier. Muito Além da Natureza: Educação Ambiental e Reprodução Social .Disponível em: https://www.ifbaiano.edu.br/unidades/valenca/files/2011/05/MUITO-ALEM-DA-NATUREZA_EDUCACAO-AMBIENTAL-E-REPRODUCAO-SOCIAL.pdf. Acesso em 21 de dezembro de 2024.
LIMA. José Raimundo Oliveira. Economia Popular e Solidária e desenvolvimento local: relação protagonizada pela organicidade das iniciativas. Otra Economia ,v. 10, p.4 Disponível em: file:///C:/Users/naner/Downloads/editor,+ART01_Lima_pg3a17%20(1).pdf. Acesso em 10 de julho de 2025.
MOUSINHO, Patrícia. Meio Ambiente no Século 21. Rio de Janeiro, Editora Sextante.2003
POLITICA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Lei nº12.056/11. Governo do estado da Bahia, p 43.
PORTAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Governo do Estado de São Paulo. Disponível em: https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/2023/09/o-que-sao-os-ods-e-o-que-voce-tem-a-ver-com-isso/ . Acesso em 20 de dezembro de 2024.
PORTAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Governo do Estado de São Paulo. Conferência da Organização das Nações Unidas sobre o ambiente humano ou conferência de Estocolmo. Disponível em https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/2024/06/conferencia-da-organizacao-das-nacoes-unidas-sobre-o-ambiente-humano-ou-conferencia-de-estocolmo/ Acesso em 21 de dezembro de 2024.
TOZONI- REIS, M.F.C. Educação Ambiental: natureza, razão e história. Campinas: Autores Associados,2004.
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Educação. Educação ambiental : políticas e práticas pedagógicas/2018, p33 .Disponível em: https://www.sed.sc.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/Caderno-Educacao-Ambiental-Politicas-e-Praticas-Pedagogicas-NEA.pdf. Acesso em 21 de dezembro de 2024.
SILVA, Giovana Maria Di Domenico. Alfabetização/Conscientização: duas ações possíveis em um processo dialógico. Pedagogia: a Revista do Curso, São Miguel do Oeste: Arcus, ano 2, n. 3, jan./jun. 2003.
SPADA, I. P. Desafios da Educação Ambiental no ensino formal. Revista Eletrônica. Educação Ambiental em ação. n. 41, 2012. Disponível em:< https://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=1312. Acesso em 18 de dezembro de 2024.


