Grau de alterações laboratoriais em pacientes submetidos a colecistectomia

Authors

  • Flávia Germano de Carvalho de Sá Flórido
  • Luiza Correia Rauta
  • Carlos Roberto Naufel Junior
  • Omar Ahmad Omar
  • Natália Alberti da Silva
  • Ricarddo Haddad Zeve

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv8n5-311

Keywords:

colecistite aguda, colecistectomia, litíase biliar, diagnóstico colecistite crônica

Abstract

Introdução: A dor abdominal é uma queixa comum no ambiente hospitalar, e a colecistite aguda (CA) é uma possível causa, representando de 3% a 11% das hospitalizações e associada a uma taxa de mortalidade de 0,8%. O diagnóstico envolve uma avaliação minuciosa que inclui histórico clínico, exame físico, exames laboratoriais e de imagem, sendo a ecografia abdominal o principal método diagnóstico, embora a tomografia computadorizada e a ressonância magnética também possam ser utilizadas. A cirurgia é a abordagem preferencial, especialmente nas primeiras 48-96 horas, entretanto é mais desafiadora quando a vesícula biliar está inflamada. É importante ressaltar que a cirurgia apresenta riscos, como lesões no ducto biliar, peritonite, abscessos e complicações cardíacas e pulmonares, e esses riscos devem ser considerados ao optar pela colecistectomia. Objetivo: O presente estudo tem como objetivo determinar a sensibilidade de exames laboratoriais envolvidos no diagnóstico de colecistite e o reflexo destes nos achados intraoperatórios e anatomopatologia avaliados em um serviço hospitalar terceirizado na cidade de Curitiba. Metodologia: Foram analisados cerca de 825 prontuários de todos os pacientes submetidos a colecistectomia entre janeiro de 2019 e janeiro de 2021 no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, incluindo todos os sexos e todas as faixas etárias, por meio de um estudo retrospectivo, após a aprovação do Comite de Ética em Pesquisa. Os dados foram analisados quantitativamente e qualitativamente utilizando o software estatístico JAMOVI versão 2.5.0, incluindo testes como Shapiro-Wilk para normalidade, teste T ou Mann-Whitney U para variáveis quantitativas, teste do qui-quadrado e regressão logística descritiva, com um nível de significância de p < 0,05. Resultados: O estudo de colecistectomia analisou dados de 825 registros eletrônicos, identificando diferenças significativas de gênero na ocorrência de colecistite aguda e crônica, além de destacar a relevância estatística dos exames laboratoriais na admissão e a prevalência de bastonetose e PCR elevada na colecistite aguda.

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Published

10/30/2025

How to Cite

FLÓRIDO, F. G. de C. de S.; RAUTA, L. C.; NAUFEL JUNIOR, C. R.; OMAR, O. A.; SILVA, N. A. da; ZEVE, R. H. Grau de alterações laboratoriais em pacientes submetidos a colecistectomia. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 8, n. 5, p. e83264, 2025. DOI: 10.34119/bjhrv8n5-311. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/83264. Acesso em: 18 oct. 2026.

Issue

Section

Original Papers