Análise epidemiológica de neoplasia maligna de pele no Paraná entre os anos de 2021 a 2024
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv8n5-225Keywords:
câncer de pele, epidemiologia, Paraná, prevençãoAbstract
Considerando que o câncer de pele é a neoplasia maligna mais incidente no Brasil e que sua principal causa está relacionada à exposição excessiva à radiação ultravioleta, torna-se fundamental compreender seu impacto epidemiológico em diferentes regiões do país. Objetiva-se, neste estudo, analisar o perfil epidemiológico dos casos de neoplasia maligna de pele no estado do Paraná entre os anos de 2021 e 2024, com ênfase em variáveis sociodemográficas e clínicas. Para tanto, realizou-se uma pesquisa descritiva e quantitativa, utilizando dados secundários obtidos do DATASUS, do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e de artigos científicos recentes, abrangendo informações sobre sexo, raça, faixa etária, internações e óbitos. Desse modo, observa-se que, no período analisado, foram registradas 4.268 internações por câncer de pele, com maior prevalência entre indivíduos idosos, especialmente com idade acima de 60 anos, predominância em pessoas brancas e distribuição semelhante entre os sexos, embora com discreto predomínio masculino. As regiões Metropolitana, Londrina e Cascavel concentraram os maiores números de internações e óbitos, enquanto municípios menores, como Paranaguá, Toledo e Ivaiporã, apresentaram baixa ocorrência. Isso permite concluir que a neoplasia maligna de pele representa um relevante problema de saúde pública no Paraná, sendo indispensáveis medidas de prevenção, diagnóstico precoce e monitoramento epidemiológico.
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