Desfechos pós-operatórios em hernioplastia inguinal: dor, complicações e tempo de recuperação
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv8n5-224Keywords:
hernioplastia inguinal, dor pós-operatória, complicaçõesAbstract
A hernioplastia inguinal é uma das cirurgias mais realizadas mundialmente e que seus desfechos pós-operatórios podem impactar diretamente a qualidade de vida dos pacientes, torna-se essencial analisar fatores como dor, complicações e tempo de recuperação. Objetivou-se, portanto, revisar criticamente as evidências atuais acerca desses desfechos, destacando os principais determinantes clínicos, a influência das técnicas cirúrgicas utilizadas e as estratégias de manejo pós-operatório que contribuem para a redução da morbidade. Para tanto, procede-se a uma revisão sistemática da literatura realizada nas bases PubMed e SciELO, utilizando os descritores “inguinal hernioplasty” AND “postoperative pain”, “complications” e “recovery time”, com critérios de inclusão de artigos publicados entre 2020 e 2025, em português ou inglês, que abordassem resultados clínicos após hernioplastia. Desse modo, observa-se que a dor pós-operatória persiste como um desafio, podendo estar associada tanto à técnica cirúrgica quanto ao tipo de tela utilizada, enquanto complicações como seroma, infecção e recidiva ainda representam importantes preocupações clínicas. Ademais, a adoção de técnicas minimamente invasivas e protocolos de reabilitação precoce tem se mostrado eficaz na redução do tempo de recuperação e no retorno às atividades habituais. Portanto, foi possível concluir que a integração entre escolha criteriosa da técnica cirúrgica, manejo adequado da dor e monitoramento rigoroso das complicações é fundamental para otimizar os desfechos pós-operatórios da hernioplastia inguinal.
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