Seleção de cor no paciente odontológico: quando, como e porque fazer
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv8n5-216Keywords:
odontologia, percepção de cores, resina acrílica, resina composta, pigmentação em próteseAbstract
Introdução: somos expostos, no dia a dia, a uma infinidade de cores. Os olhos são o instrumento natural de percepção de cor. A diferenciação de cores ainda não é bem explicada, apesar de se saber que a estrutura dentária está relacionada com a coloração espectral da luz incidida no dente. Objetivos: foi realizada a análise na bibliografia disponível sobre o assunto proposto com o intuito geral de analisar e compreender a importância de casos que envolvem o uso das cores na odontologia e buscar informações na literatura sobre a relação harmônica entre as cores no que se diz respeito a restauração, próteses e o dente natural. Metodologia: a coleta de dados foi realizada através de uma busca nos bancos de dados da Scielo e do Google Acadêmico, para artigos publicados na literatura entre os anos de 2009 e 2016. Revisão: nos últimos anos a procura pela estética dental está aumentando muito, por conta dos padrões de beleza impostos pela sociedade. Pode-se observar que cada indivíduo possui suas próprias características, e estas devem ser relevadas na análise, no planejamento, no desenho do sorriso e na execução das restaurações estéticas. Discussão: os valores estéticos são fundamentais para satisfação do paciente e do profissional. O cirurgião-dentista não é totalmente livre para criar, e deve respeitar os limites e a individualidade alheia. Conclusão: O cirurgião-dentista deve ter domínio das técnicas de seleção de cor. É importante, também, entender o objetivo do paciente para que se possa obter um bom resultado.
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