Novas atualizações no tratamento do transtorno bipolar
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv8n4-164Keywords:
transtorno bipolar, tratamento padrão, novos tratamentosAbstract
O Transtorno Afetivo Bipolar afeta cerca de 140 milhões de pessoas no mundo, com igualdade entre os sexos, sendo mais comum entre 15 a 35 anos de idade, segundo a OMS. Classificado em tipo I e II e caracterizado por alterações de humor, com episódios maníacos cíclicos e hipomaníacos, seguidos por períodos depressivos, e intercalados por fases de remissão. Objetivo: A necessidade de novos coadjuvantes no manejo da doença incentivou a elaboração desse projeto, baseado na neurotransmissão disfuncional nos circuitos cerebrais, estresse oxidativo e inflamação que estão implicadas na fisiopatologia da doença. Metodologia: Partindo uma revisão de literatura com informações e estudos recentes acerca do assunto publicados em bases de dados Pubmed, Scielo, Biblioteca Virtual em Saúde. Resultados: Estabilizadores de humor clássicos, como Lítio e a Lamotrigina, são fundamentais no manejo da TAB, especialmente na redução da recorrência dos episódios. Contudo, limitações associadas a efeitos colaterais e adesão ao tratamento têm impulsionado a busca por alternativas mais toleradas. Os novos agentes, Lurasidona e o Aripiprazol demonstraram eficácia na modulação dos sistemas dopaminérgico e serotoninérgico, além dos antioxidantes como a N-acetilcisteína e o Infliximabe que mostraram potencial neuroprotetor, diminuindo o impacto do estresse oxidativo. Todos promovendo melhorias nos sintomas. Conclusão: Concluindo, apesar de os tratamentos padrões ainda serem amplamente utilizados, sua eficácia pode ser limitada em certos pacientes, reforçando a necessidade de novos tratamentos. O trabalho demonstra a importância de estudos contínuos e robustos para validação clínica dessas novas opções terapêuticas, promovendo maior qualidade de vida aos pacientes.
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