Metabolismo lipídico e riscos cardiovasculares a partir de análises clínicas
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv8n2-395Keywords:
riscos cardiovasculares, metabolismo lipídico, dislipidemiasAbstract
Conhecer o funcionamento da metabolização das lipoproteínas, fenótipos de pacientes com dislipidemias, além de processos e elementos fisiopatológicos que se relacionam, são de extrema importância para um tratamento estratégico e racional em pacientes com riscos cardiovasculares. Com o passar dos anos, as mudanças nos estilo de vida em relação à alimentação e sedentarismo tem como resultado o aumento de diversas doenças crônicas, como obesidade, hipertensão arterial e diabetes mellitus, estas vão em direção com as alterações lipídicas e riscos de doenças cardiovasculares. Em diversos casos o tratamento focado nas dislipidemias torna-se obrigatório em pacientes com riscos cardiovasculares. Quando trata-se de uma discussão a respeito de doenças cardiovasculares, é imprescindível pensar em prevenção primária, nos mais fortes fatores de risco que estão associados a estas doenças, nos principais marcadores de riscos, além dos diagnósticos para tais acontecimentos, estes últimos podem ser embasados em resultados de exames do colesterol total e suas frações, HDL e LDL. Por meio das vias metabólicas dá-se a produção de adenosina trifosfato (ATP), que é a combinação dos sistemas de creatina fosfato, glicólise e oxidativo. As lipoproteínas se dividem em 5 classes e diversas subclasses, a depender da densidade da sua floculação, as principais classes são: Quilomicrons, VLDL, IDL, LDL e HDL. O metabolismo lipoproteico tem como função principal o transporte dos triglicérides e colesterol do intestino e fígado para os demais locais de reserva metabólica. Um dos principais responsáveis por processos patológicos cardiovasculares que estão vinculados ao envelhecimento é a doenças arterosclerótica.
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