A atenção primária à saúde e a Política Nacional de Saúde da Mulher: um projeto de intervenção para UBS

Authors

  • Alana Oliveira Francelino
  • Beatriz Guimarães Ramos
  • Caio Matheus Inácio de Melo
  • Caio Rodrigues dos Santos
  • Heronides Nogueira Silva
  • Sergio Berta Malheiros
  • Verônica de Souza Hespanhol
  • Victor Vinicius Cunha Brito

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv8n2-159

Keywords:

medicina da família e comunidade, atenção primária à saúde, Programas Nacionais de Saúde

Abstract

As mulheres são a maioria da população brasileira (50,77%) e as principais usuárias do Sistema Único de Saúde. Frequentam os serviços de saúde para o seu próprio atendimento, mas, sobretudo, acompanhando crianças e outros familiares, pessoas idosas, com deficiência, vizinhos, amigos. São também cuidadoras, não só das crianças ou outros membros da família, mas também de pessoas da vizinhança e da comunidade. Os indicadores epidemiológicos do Brasil mostram uma realidade na qual convivem doenças dos países desenvolvidos (cardiovasculares e crônico-degenerativas) com aquelas típicas do mundo subdesenvolvido (mortalidade materna e desnutrição). Os padrões de morbimortalidade encontrados nas mulheres revelam também essa associação entre doenças, dentre as principais e aqui estudadas, câncer de mama e câncer de colo de útero. Este trabalho busca interpor diretrizes para a humanização e a qualidade do atendimento, questões ainda pendentes na atenção à saúde das mulheres. Toma como base os dados epidemiológicos e as reivindicações de diversos segmentos sociais para apresentar os princípios e diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher aplicados na prática diária.

References

ARAUJO, M. B. d. S.; ROCHA, P. d. M. Trabalho em equipe: um desafio para a consolidação da estratégia de saúde da família. Rio de Janeiro: Ciência Saúde Coletiva, 2007. v. 12. 455-467 p. Citado na página 12.

BRASIL, C. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. 1988. Disponível em:

<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 20 de agosto de 2024. Citado na página 8.

BRASIL, M. d. S. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Citado na página 11.

BRASIL, M. d. S. Politica Nacional de Humanizaçao da Atençao e Gestao do SUS. Brasília: Ministerio da Saude, 2009. Citado na página 8.

BRASIL, M. d. S. Caderno de atenção primária: Rastreamento. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. Citado 2 vezes nas páginas 10 e 12.

CARVALHO, A. L. S. d. et al. Avaliação dos registros das consultas de enfermagem em ginecologia. Goiânia: Revista Eletrônica de Enfermagem, 2008. v. 10. 472-483 p. Citado na página 8.

COELHO, M. R. S. Atenção básica à saúde da mulher: subsídios para a elaboração do manual do gestor municipal. Salvador: Instituto de Saúde Coletiva/UFBA, 2009. Citado na página 8.

COSTA, A. M. Desenvolvimento e implementação do PAISM no Brasil. Brasília: NESP; CEAM; UnB, 2013. Citado na página 9.

COSTA, E. M. A. d.; CARBONE, M. H. Saúde da Família: uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2009. Citado na página 11.

FERREIRA, M. d. L. d. S. M. Motivos que influenciam a não realização do exame de Papanicolau segundo a percepção de mulheres. Rio de Janeiro: Esc Anna Nery Rev Enferm, 2009. v. 2. 378-384 p. Citado na página 13.

FORTES, P. A. d. C.; SPINETTI, S. R. O agente comunitário de saúde e a privacidade das informações dos usuários. Rio de Janeiro: Cad. Saúde Pública, 2004. v. 20. 1328-1333 p. Citado na página 8.

FRANCISCHINI, A. C.; MOURA, S. D. R. P.; CHINELATTO, M. A importância do

trabalho em equipe no PSF. Franca, São Paulo: Investigação, 2008. v. 8. 25-32 p. Citado na página 8.

GOHN, M. d. G. Empoderamento e participação da comunidade em políticas sociais. São Paulo: Saúde e Sociedade, 2004. v. 13. 20-31 p. Citado 2 vezes nas páginas 8 e 9.

INCA, I. N. d. C. Ações e Programas no Brasil- Controle de câncer de colo de útero. 2017. Disponível em: <https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/ controle-do-cancer-do-colo-do-utero>. Acesso em: 06. Jul.2024. Citado na página 11.

MALTA, D. C.; MERHY, E. E. O percurso da linha do cuidado sob a perspectiva das doenças crônicas não transmissíveis. São Paulo: Interface-Comunicação, saúde, educação, 2010. v. 14. 593-606 p. Citado na página 10.

MENDES, E. V. As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011. Citado na página 10.

OMS, O. M. D. S. Cuidados inovadores para condições crônicas: componentes estruturais de ação. Brasília: Organização Mundial da Saúde, 2008. Citado 3 vezes nas páginas 9, 10 e 12.

PINTO, H. A. Linhas de cuidado na Bahia: um conceito em viva produção. Salvador: Revista Baiana de Saúde Pública, 2009. v. 33. 22-34 p. Citado na página 10.

PINTO, H. A.; SOUSA, A.; FLORÊNCIO, A. R. O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica: reflexões sobre o seu desenho e processo de implantação. Rio de Janeiro: Revista Eletrônica de Informação, Comunicação Inovação em Saúde, 2010. Citado na página 11.

SAÚDE, M. d. Diretrizes Brasileiras Para o Rastreamento Do Câncer Do Colo Do Útero. Rio de Janeiro: Ministério da Saúde, 2016. Citado 2 vezes nas páginas 11 e 12.

SAÚDE, M. d. S. Cadernos de Atenção Básica: Controle dos cânceres do colo do Útero e da mama. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. Citado na página 13.

Published

03/27/2025

How to Cite

FRANCELINO, A. O.; RAMOS, B. G.; MELO, C. M. I. de; SANTOS, C. R. dos; SILVA, H. N.; MALHEIROS, S. B.; HESPANHOL, V. de S.; BRITO, V. V. C. A atenção primária à saúde e a Política Nacional de Saúde da Mulher: um projeto de intervenção para UBS. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 8, n. 2, p. e78605, 2025. DOI: 10.34119/bjhrv8n2-159. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/78605. Acesso em: 17 oct. 2026.

Issue

Section

Original Papers