Fisioterapia vestibular como manejo dos sintomas na vertigem posicional paroxística benigna
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv8n2-111Keywords:
vertigem posicional paroxística benigna, vertigem, tontura, reabilitaçãoAbstract
Introdução: A assimetria do tônus vestibular é um dos responsáveis por sintomatologia que gera impactos negativos na independência funcional e participação social. Os sintomas da Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) ocorrem devido a movimentos da cabeça. A reabilitação de pacientes com VPPB é realizada com Tratamento Reposicionamento Canalítico (TRC) através das Manobras de Eppley (ME) e Seamont (MS). A necessidade de manejo de tontura residual ao tratamento de VPPB, colocando a possibilidade de TRC adicionais levanta hipóteses de utilização do Tratamento com Manobras Osteopáticas (TMO). Objetivo: Observar a percepção de sintomas de VPPB em pacientes após a primeira, a segunda e a terceira sessões de TRC associado ao TMO. Métodos: Para avaliação submetidos ao Protocolo H.I.N.T.S., o Head Impulse Test (HIT); Cover Test; Pesquisa de Nistagmo Espontâneo e Semi Espontâneo; Teste Dix-Hallpike e o registro da percepção subjetiva do sintoma. O manejo dos sintomas foi realizado com a manobra de Epley e Tratamento com Manobras Osteopáticas. Resultados: Após uma intervenção houve significante redução no relato de sintomas dos voluntários; os valores do teste Dix-Hallpike necessitaram uma segunda intervenção para atingir os valores da literatura; a necessidade de aplicação de Tratamento com Manobra Osteopática apresentou melhores resultados na terceira intervenção. Conclusão: A percepção de sintomas dos pacientes no período de sete dias teve redução significativa. Após as 2 sessões os valores de Dix-Hallpike corresponderam a literatura.
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