Perfil clínico e cirúrgico da apendicite aguda

Authors

  • Ricardo da Silva Barradas Junior
  • Lavínia da Cruz Pereira
  • Débora Audi
  • Gelmária Leoneide Servano e Dias Nicolau
  • Cynthia dos Reis
  • Paulo Vitor Leonel Fracaroli
  • Nathalia Gomes da Silva
  • Lucas Carvalho de Oliveira
  • Igreipati Kaiapo Da Luz Costa
  • Marina Felinto Borges de Sousa
  • Rayza do Vale Lima
  • Eloha Clara Mendes
  • Sammya Roberta Sena Mendes
  • Nathalia de Oliveira Sampaio
  • Thamyres Carolline Brandão Silva
  • Fernanda Evelyn Rocha Pinheiro
  • Mara Rúbia Reis da Silva Barbosa

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv7n9-411

Keywords:

apendicite aguda, diagnóstico, tratamento

Abstract

A apendicite aguda é uma das condições cirúrgicas mais comuns e uma das principais causas de dor abdominal que leva a intervenções emergenciais. Caracterizada pela inflamação do apêndice vermiforme, essa condição afeta uma ampla gama de indivíduos, desde crianças até adultos mais velhos. Apesar de ser uma doença amplamente reconhecida, sua apresentação clínica pode variar consideravelmente, o que torna o diagnóstico precoce um desafio crucial para a eficácia do tratamento. A apendicite aguda possui uma incidência global estimada de 7 a 8% da população, com a maioria dos casos ocorrendo entre indivíduos com idades entre 10 e 30 anos. Embora possa afetar qualquer pessoa, os homens têm uma probabilidade ligeiramente maior de desenvolver a condição em comparação às mulheres. Além da cirurgia, a administração de antibióticos tem sido uma prática padrão no manejo da apendicite. A terapia antibiótica pode ser administrada antes ou após a cirurgia, dependendo da gravidade da condição. Em alguns casos, especialmente em apendicite não complicada, o tratamento com antibióticos isoladamente tem sido investigado como uma alternativa à cirurgia, apresentando resultados promissores. A apendicite aguda representa um desafio significativo na prática médica, tanto pela sua alta incidência quanto pela diversidade de apresentações clínicas. A compreensão da epidemiologia, aliada a um diagnóstico preciso e a um tratamento adequado, é essencial para minimizar complicações e melhorar os resultados clínicos. A pesquisa contínua sobre novas abordagens terapêuticas e estratégias de manejo promete enriquecer ainda mais nosso entendimento sobre essa condição comum, oferecendo melhores opções para pacientes em todo o mundo. Logo, este artigo tem como objetivo analisar os aspectos e as abordagens clínicas da apendicite aguda. Dessa forma, este estudo configura-se como uma revisão integrativa realizada por meio do levantamento bibliográfico nos diretórios: Google Scholare Scientific Eletronic LibraryOn-line (SciELO), com uso dos descritores DeCs (Descritores em Saúde) e o Medical Subject Headings (MeSH), nos idiomas português e inglês, com os seguintes termos: “apendicite aguda” (acute appendicitis), “diagnóstico” (diagnosis), “tratamento” (treatment).  Desta busca, foram encontrados 189 artigos, posteriormente submetidos aos critérios de seleção. A seleção resultou em 6 artigos que foram submetidos à análise seletiva, exploratória e interpretativa no contexto do presente estudo. A partir da revisão bibliográfica dos estudos analisados, conclui-se que, que a apendicite aguda de fato é complexa e necessita ser mais estudada.

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Published

12/18/2024

How to Cite

JUNIOR, R. da S. B.; PEREIRA, L. da C.; AUDI, D.; NICOLAU, G. L. S. e D.; REIS, C. dos; FRACAROLI, P. V. L.; SILVA, N. G. da; OLIVEIRA, L. C. de; COSTA, I. K. D. L.; SOUSA, M. F. B. de; LIMA, R. do V.; MENDES, E. C.; MENDES, S. R. S.; SAMPAIO, N. de O.; SILVA, T. C. B.; PINHEIRO, F. E. R.; BARBOSA, M. R. R. da S. Perfil clínico e cirúrgico da apendicite aguda. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 7, n. 9, p. e76021, 2024. DOI: 10.34119/bjhrv7n9-411. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/76021. Acesso em: 19 oct. 2026.

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Original Papers