A exposição a telas e mídias sociais a população infantil e seu impacto no sono e na cognição: uma revisão integrativa da literatura
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n9-310Keywords:
cognição, desenvolvimento infantil, sono, tempo de telaAbstract
As mídias sociais se tornaram parte integrante do cotidiano da maioria das pessoas, sendo utilizadas por crianças cada vez mais jovens. No entanto, o uso excessivo de telas exerce um impacto negativo no desenvolvimento neuropsicomotor infantil, podendo causar atrasos cognitivos, originar transtornos mentais e prejudicar o sono. Nesse contexto, a exposição a telas não é recomendada para crianças menores de dois anos, e deve ser limitada a, no máximo, uma hora por dia para crianças de dois a quatro anos. Esse estudo tem como objetivo uma revisão integrativa da literatura acerca dos impactos negativos do uso de telas, mídias e redes sociais na população infantil, dando ênfase no sono e na capacidade cognitiva. A busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados EbscoHost, Google Scholar, Scielo (SciELO) e National Library of Medicne (Pubmed), com os seguintes descritores: “Cognição”; “Desenvolvimento infantil”; “Sono”; “Tempo de tela”; e se restringiu aos idiomas português e inglês. Foram analisados 11 artigos que se enquadraram nos parâmetros pré-estabelecidos. Os resultados revelaram que a exposição a telas e mídias sociais na infância podem impactar de forma negativa no desenvolvimento neuropsicomotor e em seu sono. Portanto, conclui-se que a exposição precoce e prolongada de crianças a telas, mídias sociais representa um risco significativo ao desenvolvimento neuropsicomotor, repercutindo negativamente na qualidade do sono, saúde mental e cognição.
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