Relato de experiência: horto medicinal como terapia complementar para transtornos mentais leves em Unidade de Atenção Primária

Authors

  • Mayra Gabriela Machado de Souza
  • Joana Moscoso Teixeira Mendonça
  • Giseli Lage Libânio de Almeida Mainardi

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv7n9-305

Keywords:

plantas medicinais, saúde mental, estratégia de saúde da família, horticultura terapia

Abstract

Considerando a busca por alternativas terapêuticas para transtornos mentais leves, as Práticas Integrativas e Complementares (PICS), como horticultura terapêutica e mindfulness, vêm se consolidando na Atenção Primária à Saúde por seu potencial de promover bem-estar e reduzir sintomas de estresse e ansiedade. Objetiva-se, com este relato de experiência, descrever a implementação de um horto medicinal em uma unidade de saúde pública do Rio de Janeiro, visando o fortalecimento do autocuidado, a criação de um espaço de apoio social e a valorização do uso de plantas medicinais na saúde mental. Para tanto, adotou-se uma metodologia participativa, envolvendo cerca de 10 usuários e profissionais na construção e manutenção do horto. As atividades incluíram práticas de mindfulness, pedagogia da roda para troca de saberes populares e científicos, além do cultivo de plantas medicinais selecionadas para o tratamento de transtornos leves. Desse modo, observa-se que a iniciativa estimulou a autonomia dos participantes, valorizou o saber popular e fortaleceu redes de apoio, promovendo um ambiente terapêutico e inclusivo. Conclui-se que o horto medicinal é uma ferramenta promissora na atenção primária, com impacto positivo na saúde mental e no fortalecimento de vínculos sociais, sendo recomendada a continuidade e ampliação desse tipo de projeto.

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Published

12/04/2024

How to Cite

SOUZA, M. G. M. de; MENDONÇA, J. M. T.; MAINARDI, G. L. L. de A. Relato de experiência: horto medicinal como terapia complementar para transtornos mentais leves em Unidade de Atenção Primária. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 7, n. 9, p. e75495, 2024. DOI: 10.34119/bjhrv7n9-305. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/75495. Acesso em: 18 oct. 2026.

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Original Papers