Perfil epidemiológico da neoplasia maligna da pele no Brasil nos anos de 2018 a 2023
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n9-279Keywords:
tratamento, internações, notificaçõesAbstract
Introdução:As neoplasias malignas da pele referem-se a crescimento anormal e desordenado de células da pele devido a fatores como radiação solar , predisposição genética e outros fatores carcinogênicos. Os tipos mais comuns são o carcinoma basocelular e espinocelular , sendo o menos prevalente o câncer de pele melanoma. Nesse contexto é importante entender o perfil da doença a fim de desenvolver estratégias de combate e estudos futuros .Objetivo:Definir o perfil epidemiológico da neoplasia maligna da pele no Brasil.Métodos: Trata-se de perfil epidemiológico horizontal retrospectivo que utiliza dados do datasus com o recorte dos anos de 2018 a 2023.Resultado: Foram registrados 44.735 internações no período de 2018-2023. Com isso, foram observados mais casos na faixa etária dos 60 anos ou mais , em que foram notificados 25.548 internações.Discussão: O ano de 2020 teve 6.387 internações que representa uma queda no número de notificações em relação a 2019 com 7.532 internações. Ao comparar o período pandêmico com o pós pandêmico foi observado o crescimento no número de notificações . Possivelmente houve uma subnotificação em razão da superlotação de hospitais durante o período pandêmico. Conclusão: Nesse sentido , fica evidente que a superlotação dos hospitais no período pandêmico foi um fator determinante para a diminuição dos casos notificados bem como as internações pelo câncer de pele . O presente estudo tem por finalidade inspirar futuras políticas públicas no combate a neoplasia maligna da pele.
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