Prevalência da obesidade e sua associação com fatores de risco
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n9-182Keywords:
obesidade, diabetes, risco cardiovascular, hipertensão, doenças crônicas não transmissíveisAbstract
Introdução: A obesidade, uma inflamação crônica, está associada a doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Tem alto impacto socioeconômico e piora a qualidade de vida ao agravar outras DCNTs. Portanto, seu estudo é essencial para entender suas relações com outros fatores de risco. Objetivos: Investigar a prevalência da obesidade e fatores de risco como diabetes, risco cardiovascular e hipertensão em pacientes do Ambulatório da Faculdade de Medicina de Jundiaí. Métodos: Estudo de delineamento transversal, descritivo, de base populacional e contempla pacientes de 18 a 65 anos. Dados foram coletados manualmente de pacientes que assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e transpostos para o Excel e organizados em planilhas contendo as variáveis do estudo. Resultados: 80 participantes avaliados. A média do IMC foi de 28,5; 70,1% contêm alteração no IMC, 30% hipertensos, 28,7% dislipidêmicos e 17,5% diabéticos. As relações relevantes estabelecidas: 87% das mulheres e 75% dos homens com RCQ alterado apresentaram IMC alterado. Correlação hipertensão e IMC, 93,8% das mulheres hipertensas e 87,5% dos homens hipertensos apresentaram IMC alterado. A média RCQ acima do valor de referência indica risco moderado a alto para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Fixando-se a significância estatística em 5% (alfa=0,05), por meio da tabulação cruzada entre IMC e diabetes e IMC e hipertensão obtém-se p<0.05, respectivamente, indicando dependência entre as variáveis. Já para a análise de IMC e dislipidemia e IMC e RCQ, tem-se p>0.05, em ambas, e desta forma não há relação de dependência entre as variáveis.
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