Um olhar sobre a Hanseníase no Nordeste

Authors

  • Danielle Carvalho Moreira Farinha
  • Gabriella Cocati Queiroz
  • Gabriela Barbosa Martins

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv7n10-023

Keywords:

Hanseníase, vigilância em saúde pública, Mycobacterium leprae, epidemiologia

Abstract

O objetivo desse artigo foi dar ênfase à Hanseníase no Nordeste. Uma síntese dessa abordagem permitiu mostrar a análise de dados quantitativos dos casos dessa doença nessa região do Brasil. Através de literaturas e da base de dados do Sistema de Informações de Agravos e Notificações (SINAN), buscou-se o embasamento mais concreto para explanar a quantidade de casos de hanseníase no Nordeste nos anos de 2019 a 2022. Após a análise, comprovou-se a redução da prevalência nacional em cerca de 27%, advinda do esforço brasileiro em querer eliminar essa doença. Portanto, foi perceptível que o acesso ao diagnóstico e ao tratamento poliquimioterápico foi o gancho inicial para o processo de declínio da doença. Contudo, no Nordeste, os números de casos ainda são alarmantes, sendo a região com mais casos no país, portanto, conclui-se que é necessário mantê-lo como prioridade para eliminação da hanseníase.

References

BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase. Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. p.152. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_clinico_diretrizes_ terapeuticas_hanseniase.pdf. Acesso em: 08 jul. 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Doenças Transmissíveis. Estratégia Nacional para Enfrentamento à Hanseníase 2024-2030. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Departamento de Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2024. 62 p. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estrategia_nacional_enfrentamento_hanseníase_2024-2030.pdf Acesso em: 02 ago. 2024.

DATASUS - Departamento de Informática do SUS. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/obt10uf.def. 2024. Acesso em: 08 jul. 2024.

MAGALHÃES, M. da C. C.; ROJAS, L. I. Diferenciação territorial da hanseníase no Brasil. Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, jun. 2007. v.16, p. 75-84. Disponível em: <http://scielo.iec.gov.br/pdf/ess/v16n2/v16n2a02.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2019.

RIBEIRO, M. D. A.; SILVA, J. C. A.; OLIVEIRA, S. B. Estudo epidemiológico da hanseníase no Brasil: reflexão sobre as metas de eliminação. Revista Panamericana de Salud Pública, v. 42, p. e42, 2018. Disponível em: <https://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892018000100169>. Acesso em: 09 ago. 2024.

SANTOS, L. A. C.; FARIA, L.; MENEZES, R. F. Contrapontos da história da hanseníase no Brasil: cenários de estigma e confinamento. R. bras. Est. Pop., São Paulo, v. 25, n. 1, p. 167-190, jan./jun. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbepop/v25n1/v25n1a10>. Acesso em: 7 mar. 2019

SOUZA, Carlos Dornels Freire de et al. Modelagem espacial da hanseníase no estado da Bahia, Brasil,(2001-2015) e determinantes sociais da saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, n. 8, p. 2915-2926, 2020. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/csc/a/T3jCrCQ8jmm6Qbnhy4WmN6n/?lang=pt >Acesso em 03 ago. 2024.

Published

12/16/2024

How to Cite

FARINHA, D. C. M.; QUEIROZ, G. C.; MARTINS, G. B. Um olhar sobre a Hanseníase no Nordeste. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 7, n. 10, p. e74846, 2024. DOI: 10.34119/bjhrv7n10-023. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/74846. Acesso em: 24 oct. 2026.

Issue

Section

Original Papers