Analgesia de parto: revisão de literatura
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n9-015Keywords:
analgesia, dor de parto, parturienteAbstract
Introdução: A dor durante o trabalho de parto trata-se de um mecanismo fisiológico da gestação. No entanto, apesar da dor do parto não ameaçar a vida da parturiente, ela traz consequências significativas para mãe e para o feto. Assim, a solicitação materna é requisito único e suficiente para que a parturiente receba analgesia de parto. Objetivo: Avaliar a importância da analgesia no trabalho de parto quando bem indicada. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura que utilizou como base de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE/PUBMED) e Google Acadêmico. Os descritores do estudo foram: “analgesia obstétrica”, “parturiente” e “dor do parto” e foram incluídos artigos originais em inglês, português ou espanhol, publicados no período compreendido entre 2019 a 2024. Posteriormente, os artigos selecionados foram submetidos à análise, à discussão e à síntese. Resultados: Foi descrito que a intensidade da dor causa aumento do estresse materno, hiperventilação e aumento de catecolaminas, acarretando em hipoperfusão, gerando hipóxia e acidose fetal, além de trauma psicológico e prejuízo emocional na gestante, aumentando o risco de depressão pós-parto. Devido a isso, a analgesia farmacológica do trabalho de parto pode ser utilizada com o intuito de aliviar essa dor. Conclusão: os estudos indicaram que o uso de técnicas analgésicas para aliviar a dor do trabalho de parto tem se tornado cada vez mais frequente e, entre elas, a analgesia neuroxial (peridural, raquianestesia e raquiperidural combinada) é considerada a mais eficaz.
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