Análise da mortalidade infantil em Sergipe: fatores determinantes nas últimas duas décadas
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n9-004Keywords:
mortalidade infantil, sergipe, fatores maternos, saúde publíca, causas evitáveisAbstract
O trabalho tem como problema central a alta mortalidade infantil no estado de Sergipe, que segue em contramão à tendência de queda nacional. O estudo objetiva identificar os fatores maternos relacionados a essa mortalidade e as principais patologias envolvidas entre 2002 e 2022. A pesquisa é quantitativa e utiliza dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC), analisando variáveis como escolaridade, idade materna, tipo de gravidez, entre outras. Os resultados indicam que, apesar de uma queda até 2010, houve um aumento preocupante na taxa de mortalidade infantil em Sergipe a partir de 2015, excetuando-se os anos de pandemia. O perfil predominante das mães incluía jovens de 15 a 24 anos, com escolaridade de 8 a 11 anos e gravidez única. As principais causas de morte foram afecções perinatais, malformações congênitas e doenças infecciosas.Conclui-se que, apesar de avanços, a mortalidade infantil em Sergipe permanece elevada devido à inadequada assistência pré-natal e ao recém-nascido, especialmente em áreas mais vulneráveis. O estudo reforça a importância de políticas públicas focadas em melhorar a assistência à gestante e ao recém-nascido, como forma de reduzir as mortes evitáveis
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