Vertigem: abordagem clínica, diagnóstico diferencial e manejo terapêutico das principais condições vestibulares

Authors

  • Ana Carolina Silva Roldão
  • Bárbara Aparecida Costa Santos
  • Eduarda Rech Guazzelli
  • Emylle Guimarães Silva
  • Lucas Moreira Brito
  • Leonardo Basaglia
  • Manoela Sauer Faccioli
  • Isabela Vitor de Aquino Pinho
  • Vitória Chagas Benevides
  • Vanessa do Carmo Gusmão

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv7n4-354

Keywords:

vertigem, diagnóstico, epidemiologia, etiologia, tratamento

Abstract

A vertigem, uma sensação de rotação ou desequilíbrio, é um sintoma que pode comprometer significativamente a qualidade de vida. Este artigo explora as várias formas de vertigem, suas causas, manifestações e o tratamento disponível, com foco especial na vertigem vestibular migranosa, além de outras condições relacionadas, como a Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) e a Doença de Ménière. A VPPB é uma das causas mais comuns de vertigem e é caracterizada por episódios de vertigem associados a mudanças na posição da cabeça. O tratamento frequentemente envolve manobras de reposição, como a manobra de Epley, que são eficazes na maioria dos casos. No entanto, a recidiva é possível, e os pacientes podem precisar de tratamento repetido. A Doença de Ménière, uma condição mais complexa, é caracterizada por episódios de vertigem, zumbido e perda auditiva progressiva. O manejo conservador pode incluir mudanças na dieta e medicamentos diuréticos, mas, em casos graves, intervenções cirúrgicas podem ser necessárias. Essas opções cirúrgicas podem oferecer alívio, mas também apresentam riscos e não garantem resultados duradouros. A vertigem vestibular migranosa é outra forma significativa de vertigem, frequentemente associada a enxaquecas. Esta condição pode ser mais difícil de tratar, exigindo um manejo a longo prazo com medicamentos preventivos e ajustes terapêuticos regulares. A vertigem vestibular migranosa pode ter um impacto profundo na vida diária dos pacientes, levando a limitações funcionais e aumentando o risco de quedas. O prognóstico para a vertigem depende fortemente da sua causa subjacente e do tratamento adequado. Enquanto algumas formas de vertigem podem ser tratadas com sucesso e apresentarem um bom prognóstico, outras exigem um acompanhamento contínuo para manejar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente. O cuidado abrangente e a abordagem multidisciplinar são essenciais para enfrentar os desafios associados à vertigem.

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Published

08/23/2024

How to Cite

ROLDÃO, A. C. S.; SANTOS, B. A. C.; GUAZZELLI, E. R.; SILVA, E. G.; BRITO, L. M.; BASAGLIA, L.; FACCIOLI, M. S.; PINHO, I. V. de A.; BENEVIDES, V. C.; GUSMÃO, V. do C. Vertigem: abordagem clínica, diagnóstico diferencial e manejo terapêutico das principais condições vestibulares. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 7, n. 4, p. e72156, 2024. DOI: 10.34119/bjhrv7n4-354. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/72156. Acesso em: 18 oct. 2026.

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