Serviços de atendimento a mulheres em situação de violência doméstica/ Services for the care of women in situations of domestic violence

Authors

  • Cristiane Lopes Amarijo
  • Aline Belletti Figueira
  • Alex Sandra Ávila Minasi
  • Silvana Possani Medeiros
  • Aline Marcelino Ramos
  • Edison Luiz Devos Barlem

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv3n1-100

Keywords:

Violência contra a mulher, Enfermagem, Assistência à saúde, Agenda de prioridades em saúde, Colaboração intersetorial.

Abstract

Objetivo: investigar o conhecimento dos enfermeiros acerca dos serviços de atendimento a mulheres em situação de violência doméstica. Método: pesquisa exploratória, descritiva, qualitativa, transversal, realizada com enfermeiros de Unidades Básicas de Saúde. Resultados: foram entrevistados 20 enfermeiros. A análise das entrevistas possibilitou a elaboração de três categorias: A busca pela Unidade de Saúde; Serviços de atenção à mulher em situação de violência doméstica; A (des)continuidade do cuidado. Conclusão: os enfermeiros possuem conhecimento acerca dos serviços disponíveis no município que atuam na assistência à mulher, na prevenção, no combate e erradicação da violência doméstica e sabem como orientá-las acerca dos direitos que possuem e dos locais que devem acessar para tal.

References

Silva EB, Padoin SMM, Vianna LAC. Violence against women and care practice in the perception of the health professionals. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2015; 24(1): 229-37.

Lucena KDT, Vianna RPT, Nascimento JA, Campos HFC, Oliveira ECT. Association between domestic violence and women’s quality of life. Rev. Latino-Am. Enfermagem. 2017; 25:e2901. [Access 05 mai 2019]; Available in: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v25/pt_0104-1169-rlae-25-e2901.pdf.

Debert GG, Gregori MF. Violence et genre: nouvelles propositions, vieux dilemmes. Rev. bras. Ci. Soc., 2008, 23(66):165-211.

Massula L. A violência e o acesso das mulheres à justiça: o caminho das pedras ou as pedras do (no) caminho. Vinte e cinco anos de respostas brasileiras em violência contra a mulher: Alcances e Limites – São Paulo: Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, 2006. Disponível em: http://docplayer.com.br/7422924-Vinte-e-cinco-anos-de-respostas-brasileiras-em-violencia-contra-as-mulheres-no-brasil-1980-2005.html

Acesso em 02 jun 2019.

Anflor NTF. A Lei Maria da Penha e as Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher. In: Rio Grande do Sul. Relatório Lilás. Porto Alegre: Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas (CORAG), 2014.

Brasil. Decreto nº 23.769, de 6 de agosto de 1985. Cria a Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher. Disponível em: http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/1985/decreto-23769-06.08.1985.html Acesso em 26 mai 2019.

Bertho, H. Delegacias da Mulher só existem em 7,9% das cidades brasileiras. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/10/delegacias-da-mulher-so-existem-em-5-das-cidades-brasileiras/ Acesso em: 26 mai 2019.

Brasil. Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Brasília. [Internet]. 2006 [cited Jan 12, 2019]. Available from: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm

Acosta DF, Gomes VLO, Oliveira DC, Marques SC, Gomes GC. Cuidado à mulher em situação de violência doméstica: representações de enfermeiras(os) hospitalares. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2017. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v19.42471 Acesso em 30 nov 2018.

Cortes LF, Padoin SMM, Vieira LB, Landerdahl MC, Arboit J. Care for women victims of violence: empowering nurses in the pursuit of gender equity. Rev Gaúcha Enferm [internet]. 2015 [acesso em 04 jun 2019]; 36 (spe):77-84. Available from: http://www.scielo.br/pdf/rgenf/v36nspe/en_0102-6933-rgenf-36-spe-0077.pdf

García-Moreno C, Hegarty K, d'Oliveira AF, Koziol-McLain J, Colombini M, Feder G. The health-systems response to violence against women. Lancet. 2015; 385(9977):1567-79. Available from: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25467583

Vieira EM, Hasse M. Perceptions of professionals in an intersectorial network about the assistance of women in situation of violence. Interface [internet]. 2017 [cited 31 mai 2019]; 21(60):51-62. Available from: https://www.scielosp.org/article/ssm/content/raw/?resource_ssm_path=/media/assets/icse/v21n60/1807-5762-icse-1807-576220150357.pdf

Netto LA, Pereira ER, Tavares JMAB, Ferreira DC, Broca PV. Atuação da Enfermagem na conservação da saúde de mulheres em situação de violência. REME – Rev Min Enferm. 2018[citado em 03 jun 2019]; 22:e-1149. Disponível em: http://www.reme.org.br/artigo/detalhes/1292

Rio Grande do Sul. Delegacia de Polícia Especializada no Atendimento às Mulheres [impresso]. Delegacia de Polícia para Mulher. Rio Grande/RS, 2009.

Conselho Nacional de Justiça. CNJ Serviço: Conheça a rede de proteção à mulher vítima de violência. 2016. Disponível em: http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/83132-cnj-servico-conheca-a-rede-de-protecao-a-mulher-vitima-de-violencia Acesso em: 18 mar 2019.

Tutty LM. Addressing the safety and trauma issues of abused women: A Cross-Canada study of YWCA shelters. Journal of International Women’s Studies. 2015; 16(3): 101-116.

Brasil. Disque 100. Ministério dos Direitos Humanos. 2018b. Disponível em: http://www.mdh.gov.br/informacao-ao-cidadao/disque-100 Acesso em: 15 fev 2019.

Gomes VLO, Silva CD, Oliveira DC, Acosta DF, Amarijo CL. Domestic violence against women: representations of health professionals. Rev. Latino-Am. Enfermagem. 2015; 23(4):718-24. Available from: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v23n4/0104-1169-rlae-23-04-00718.pdf

Brasil. Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. 2018. Disponível em: http://dab.saude.gov.br/portaldab/nasf_perguntas_frequentes.php Acesso em: 12 out 2018.

Medeiros, J. Qual a diferença entre CRAS e CREAS? Entenda. GESUAS. Disponível em: https://www.blog.gesuas.com.br/diferenca-cras-creas/ Acesso em 12 out 2018.

Rio Grande do Sul. CRAS e CREAS. Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos. 2018. Disponível em: https://sjcdh.rs.gov.br/cras-e-creas Acesso em: 04 jun 2019.

Freitas RJM, Sousa VB, Costa TSC, Feitosa RMM, Monteiro ARM, Moura NA de. Atuação dos enfermeiros na identificação e notificação dos casos de violência contra a mulher. HU Revista, Juiz de Fora. 2017; 43(2):91-97. Available from: https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/2585/pdf_1

Rio Grande. Prefeitura Municipal do Rio Grande. Lançada rede de enfrentamento da violência contra as mulheres. 2014. Disponível em: http://www.riogrande.rs.gov.br/pagina/index.php/noticias/detalhes+47776,,lancada-rede-de-enfrentamento-da-violencia-contra-as-mulheres.html#.W8DiIHtKjIU Acesso em: 12 mai 2019.

Oliveira CS, Delziovo CR, Lacerda JT. Redes de atenção à violência. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. 40 p. 2014. Available from: https://ares.unasus.gov.br/acervo/bitstream/handle/ARES/1882/Redes.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Lettiere A, Nakano AMS. Care network for women in situation of violence: the challenges of care transversality. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2015 [cited 04 jun 2019]; 17(4). Disponível em: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v17i4.32977

Published

02/27/2020

How to Cite

AMARIJO, C. L.; FIGUEIRA, A. B.; MINASI, A. S. Ávila; MEDEIROS, S. P.; RAMOS, A. M.; BARLEM, E. L. D. Serviços de atendimento a mulheres em situação de violência doméstica/ Services for the care of women in situations of domestic violence. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 3, n. 1, p. 1306–1323, 2020. DOI: 10.34119/bjhrv3n1-100. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/7174. Acesso em: 17 oct. 2026.

Issue

Section

Original Papers