Fatores associados ao risco de vulnerabilidade clínica e funcional em idosos: uma revisão integrativa utilizando o Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional (IVCF)
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n4-192Keywords:
envelhecimento, saúde do idoso, idoso fragilizado, avaliação geriátrica, vulnerabilidade em saúdeAbstract
O envelhecimento é marcado por mudanças funcionais e estruturais que aumentam a prevalência de doenças crônicas e desafios para os sistemas de saúde. Este estudo visa identificar e analisar fatores associados ao risco de vulnerabilidade clínica e funcional em idosos, utilizando o Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional (IVCF). Realizou-se uma revisão integrativa de literatura, consultando as bases de dados PubMed, LILACS e MEDLINE, de março a junho de 2024. Os critérios de inclusão envolveram estudos sobre risco de vulnerabilidade em idosos usando o IVCF, publicados entre 2020 e 2024 em inglês, espanhol ou português. A amostra final consistiu em 18 artigos. Os resultados indicaram que fatores socioeconômicos, como baixa renda e nível educacional, condições de saúde física, como hipertensão e diabetes, e fatores psicossociais, como isolamento social, são significativos na determinação da vulnerabilidade clínica. Intervenções que melhoram a função física e proporcionam suporte social demonstraram reduzir a fragilidade. A análise dos estudos ressaltou a necessidade de padronização metodológica para uma melhor comparação dos resultados e a formulação de políticas públicas eficazes. Conclui-se que o IVCF é uma ferramenta valiosa na identificação precoce de riscos, permitindo intervenções personalizadas que abordam múltiplos domínios de vulnerabilidade. Estudos longitudinais e ensaios controlados são essenciais para avaliar a eficácia das intervenções ao longo do tempo. A promoção de atividades físicas, apoio nutricional, gestão de comorbidades e suporte social são estratégias eficazes na redução da fragilidade e na melhora da qualidade de vida dos idosos.
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