Câncer de Pele e fotoenvelhecimento: revisão do perfil e da dosagem ideal do protetor solar na prevenção desses acometimentos dérmicos
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n4-008Keywords:
Câncer de Pele, fotoproteção, proteção solar, FPS (fator de proteção solar), fotoenvelhecimentoAbstract
O câncer de pele é resultado da proliferação desordenada de células devido à exposição prolongada e excessiva à radiação solar, sendo mais comum em áreas fotoexpostas como rosto e ombros. Além da exposição solar, fatores como genética, ambiente e estilo de vida contribuem para seu desenvolvimento. O fotoenvelhecimento também é causado pela exposição solar, resultando em alterações na pele como manchas, rugas e perda de elasticidade. Objetivo: Analisar a escolha e o uso correto do protetor solar com o intuito de prevenir o câncer de pele e do fotoenvelhecimento. Metodologia: revisão bibliográfica com dados extraídos de artigos publicados em periódicos revisados por pares abrangendo o período de 2015 a 2023, priorizando trabalhos recentes. Resultados: A pele possui mecanismos naturais de proteção contra os raios UV, mas eles são limitados, tornando essencial o uso de filtros solares para complementar a proteção. Estes devem ter amplo espectro contra os raios UVA e UVB, além de serem fotoestáveis para garantir sua eficácia ao longo do tempo. Conclusão: No Brasil, os filtros solares são regulados pela Anvisa e devem ter um FPS mínimo de 30 para garantir proteção adequada. A aplicação correta do protetor solar, com reaplicação quando necessário, é crucial para prevenir danos à pele, incluindo o câncer de pele e o fotoenvelhecimento. Em suma, o uso adequado do protetor solar desempenha um papel fundamental na prevenção do câncer de pele e do fotoenvelhecimento, contribuindo para a saúde e vitalidade da pele ao longo do tempo.
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