Uma revisão sistemática sobre o impacto da vertigem na qualidade de vida
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n3-470Keywords:
distúrbios vestibulares, otorrinolaringologia, vertigem, qualidade de vidaAbstract
Introdução: Os sintomas vestibulares podem causar várias adversidades, como incapacidade no trabalho, fobias, isolamento social, estresse, falta de confiança para realizar atividades diárias que exigem equilíbrio e até ataques de pânico. Essas consequências da sintomatologia podem levar o paciente a sentir-se negativo e incapaz, impactando diretamente sua qualidade de vida (QV). Objetivo: Discutir o impacto da vertigem na qualidade de vida dos pacientes. Metodologia: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura realizada entre Maio e Junho de 2024 seguindo as diretrizes do PRISMA. Para formular a questão central, utilizou-se a técnica PICO. A pesquisa foi conduzida nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS. Os artigos foram lidos e revisados por dois autores. Em caso de divergências, um terceiro autor foi consultado. Resultados e Discussão: Sete artigos foram selecionados. Apresentaram-se sintomas vestibulares mais comumente associados aos aspectos metabólicos, cardiovasculares e hormonais. Distúrbios de ansiedade e depressão também foram associados à vertigem, além de impacto adverso nas atividades diárias e na segurança física, especialmente nos aspectos físicos, funcionais e emocionais. Conclusão: Investigações mais detalhadas sobre os mecanismos fisiopatológicos subjacentes, especialmente em diferentes faixas etárias e condições específicas como a gestação e o envelhecimento, são necessárias para desenvolver estratégias de manejo mais personalizadas e eficazes.
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