Tratamentos para o controle da Epilepsia Mioclônica Juvenil
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n3-356Keywords:
epilepsia mioclônica juvenil, terapêutica, ácido valpróico, epilepsiaAbstract
A Epilepsia Mioclônica Juvenil (EMJ) caracteriza-se clinicamente pela ocorrência de crises epilépticas generalizadas do tipo mioclônicas isoladas, combinadas com crises tônico-clônicas ou com crises de ausência. O transtorno acomete ambos os sexos e tem pico de ocorrência na adolescência, podendo ser desencadeado por vários fatores. Considerando os profundos impactos que a EMJ causa na qualidade de vida, objetiva-se identificar as opções terapêuticas mais empregadas na atualidade. Para tanto, optou-se por conduzir uma revisão integrativa da literatura. Desse modo, observa-se que o Ácido Valpróico segue como melhor opção de monoterapia, apesar dos efeitos adversos, e que outras drogas se estabelecem para casos refratários aos anticonvulsivantes padrão. Tratar distúrbios do sono concomitantes têm mostrado benefícios no controle desse tipo de epilepsia. O tempo sem crises dentre outros fatores é condição determinante para a suspensão ou não da medicação e impacta diretamente no prognóstico da doença, o que permite concluir que o tratamento deve ser individualizado e que novos estudos devem ser conduzidos a fim de se desenvolverem novas terapêuticas com menos efeitos colaterais para tratar essa doença e trazer mais qualidade de vida aos pacientes.
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