Abordagem da hipertensão arterial sistêmica na atenção primária à saúde: um relato de experiência

Authors

  • Marcelo Victor Fontenele Girão
  • Renata Viana Rodrigues
  • Leticia Rocha Macambira Albuquerque
  • Maria Eduarda Cruvinel de Bayma Rebouças
  • Luana Alves Lima
  • Amanda Monteiro do Nascimento Casado
  • Ana Caroline Santana dos Santos
  • Lucas Antonio Amaral Holanda e Silva
  • Hassã Pereira Lemos

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv7n2-349

Keywords:

hipertensão arterial sistêmica, atenção primária à saúde, extensão comunitária, educação em saúde

Abstract

A Atenção Primária à Saúde (APS), nível de atenção centrado na pessoa, mostrou ter um papel fundamental no cenário em que a população brasileira está inserida. É caracterizada por um conjunto de ações individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e redução de danos, desenvolvida por meio de práticas de cuidado integral e gestão qualificada, realizados por equipe multiprofissional e dirigidos à população em território definido. A APS é o primeiro nível de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS), tendo um papel essencial no acolhimento da população. É, portanto, o locus no qual a maioria das necessidades de saúde da população é atendida, seja através de atividades de promoção à saúde ou de assistência às mais diversas patologias existentes. Dentre as morbidades assistidas pela APS, a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) ganha destaque devido à sua alta prevalência e à sua associação com diversas outras doenças que podem levar o paciente a óbito. Os principais motivos para explicar tamanha prevalência são o padrão alimentar inadequado e o sedentarismo, presente em grande parte da população brasileira. Dessa forma, as intervenções voltadas para controle dessa morbidade buscam ampliar o acesso à informação e o conhecimento da população sobre os riscos da doença e formas de preveni-la. Além disso, essas intervenções visam a estimular a população para a mudança do estilo de vida, incentivando-a a incluir em sua rotina hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle de peso e cessação do tabagismo. A APS é responsável ainda por acompanhar o paciente e realizar o controle da HAS, garantindo que ele receba o tratamento adequado. Diante do exposto, torna-se evidente os benefícios das ações da APS, que são essenciais para reduzir a incidência e a prevalência de tal morbidade no Brasil. Essas ações contribuem ainda para melhorar a qualidade de vida da população e reduzir os custos do sistema de saúde. Sendo assim, é nítido que a APS é eficaz para o combate da HAS, pois é acessível, resolutiva e centrada na pessoa.

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Published

04/12/2024

How to Cite

GIRÃO, M. V. F.; RODRIGUES, R. V.; ALBUQUERQUE, L. R. M.; REBOUÇAS, M. E. C. de B.; LIMA, L. A.; CASADO, A. M. do N.; SANTOS, A. C. S. dos; SILVA, L. A. A. H. e; LEMOS, H. P. Abordagem da hipertensão arterial sistêmica na atenção primária à saúde: um relato de experiência. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 7, n. 2, p. e68842, 2024. DOI: 10.34119/bjhrv7n2-349. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/68842. Acesso em: 18 oct. 2026.

Issue

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Original Papers