Aspectos gerais da dengue, apresentações clínicas e seus diferentes tipos de manifestações
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n2-158Keywords:
dengue, dengue hemorrágica, febre hemorrágica, gengivorragiaAbstract
A dengue é conhecida como uma doença não contagiosa e infecciosa, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti principalmente no Brasil. A transmissão é feita a partir da fêmea do mosquito que se contamina no momento que pica um indivíduo contaminado gerando uma replicação viral intestinal no organismo do inseto. O vírus do tipo flavivírus pode causar inúmeras doenças aos seres humanos e seu vetor, ou seja, o mosquito transmissor, surgiu na África, na região Nordeste. Desde então, a dengue tornou-se uma das doenças mais comuns em todo o mundo representando um problema de saúde pública de grande relevância. A dengue está distribuída nacionalmente em todo o território brasileiro, e seu impacto pode ser variável a depender do sucesso em seus diagnósticos, notificações e sistematizações. Visto que a dengue trata-se de uma doença sistêmica e pode levar a complicações graves ou até mesmo ao óbito, este vírus possui uma alta prevalência com consideráveis números epidemiológicos. Ao analisar a fisiopatogenia a partir de uma resposta imunológica numa infecção aguda, esta pode se manifestar de maneira primária ou secundária, em que na primária, pessoas antes não expostas, os anticorpos se elevam lentamente. E na secundária os anticorpos elevam-se de maneira ágil.
References
ABE, Adriana Helena M.; MARQUES, Solomar Martins; COSTA, Paulo Sérgio S. Dengue em crianças: da notificação ao óbito. Revista Paulista de Pediatria, v. 30, p. 263-271, 2012.
BHATT, Laxmi; PANDEY, Deepa. Review on Dengue Fever. International Journal of Multidisciplinary Educational Research, v. 12, n. 7, p. 74-86, 2023.
BORGES , M. G.; RINALDI, M. E. B. da R.; VENETILLO, I. P. de S.; MESSEDER, C. B.; GUIMARÃES, P. E. S.; MILONE, C. R.; GONÇALVES, L. G.; BRANCO, J. A. V.; MILLON, C.; BLANC, G. C. Aspectos clínicos da dengue em crianças e perspectivas quanto às vacinas no Brasil. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 6, n. 6, p. 33580–33589, 2023. DOI: 10.34119/bjhrv6n6-542.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria Técnica de Gestão. Dengue : diagnóstico e manejo clínico – Adulto e Criança / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Diretoria Técnica de Gestão. – 3. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2007. 28 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
DALBEM, Alexandre Garcia et al. Dengue clássica e febre hemorrágica da dengue: etiologia, fisiologia, epidemiologia e fatores de risco. Revista Ciência e estudos acadêmicos de medicina, n. 01, 2014.
DE CASTRO, Karoline Novaes et al. Dengue: Perfil e incidência de casos de uma doença de notificação compulsória em uma região do Oeste do Paraná no ano de 2022. Research, Society and Development, v. 12, n. 11, p. e74121143727-e74121143727, 2023.
DENGUE. Ministério da Saúde, 2024.
DIAS, L. B et al. Dengue: transmissão, aspectos clínicos, diagnóstico e tratamento. Ribeirão Preto. Simpósio: Condutas em enfermaria de clínica médica de hospital de média complexidade. v. 43, n. 2, p. 143-52. 2010.
FIGUEIREDO, Regina Maria Pinto de et al. Identification of dengue viruses in naturally infected Aedes aegypti females captured with BioGents (BG)-Sentinel traps in Manaus, Amazonas, Brazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 46, p. 221-222, 2013.
HALSTEAD, Scott B. Antibodies determine virulence in dengue. Annals of the New York Academy of Sciences, v. 1171, p. E48-E56, 2009.
KUMARIA, Rajni. Correlation of disease spectrum among four Dengue serotypes: a five years hospital based study from India. The Brazilian Journal of Infectious Diseases, v. 14, n. 2, p. 141-146, 2010.
LEITE, André Matheus Carvalho Silva et al. REVISÃO DAS PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DA DENGUE. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, n. 3, p. 167-175, 2024.
LEMOS, Amanda Camilo Silva. Estudo epidemiológico da dengue em Sergipe de 2017 a 2021. Revista Remecs-Revista Multidisciplinar de Estudos Científicos em Saúde, p. 47-47, 2022.
OLIVEIRA, D. A et al. Febre hemorrágica pelo vírus da dengue. Londrina. Revista saúde. v. 1, n. 1, p. 2-7. 2017.
PALACIOS SERRANO, Hilda; VARGAS CABALLERO, María Elsa; AGUIRRE PORTUONDO, Tania María. Dengue hemorrágico en dengue primario. Revista Cubana de Medicina Tropical, v. 53, n. 1, p. 59-62, 2001.
RODRIGUES, Gabriela Meira; CANGIRANA, Jaqueline Ferreira. Diferenças entre dengue clássica e hemorrágica e suas respectivas medidas profilática. Revista Liberum accessum, v. 1, n. 1, p. 30-38, 2020.
URREA, Luana Athayde; MARTINS, Priscila Raquel. Dengue: aspectos gerais e diagnósticos. Revista Conexão Saúde FIB, v. 5, 2022.
VASCONCELOS, W. C. Dengue e suas descrições em materiais informativos utilizados em contextos de comunidades / Dengue and its descriptions in informational materials used in community contexts. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 4, n. 4, p. 16852–16870, 2021. DOI: 10.34119/bjhrv4n4-196.
XAVIER, ANALÚCIA RAMPAZZO et al. Manifestações clínicas na dengue. Jornal Brasileiro de Medicina, 2014.


