Aspectos introdutórios, clínicos, diagnósticos e terapêuticos da Febre Chikungunya
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n2-130Keywords:
arboviroses, Chikungunya, febreAbstract
A febre Chikungunya, ao contrário das demais arboviroses, é uma importante causa de morbidade, principalmente, no que se refere ao acometimento articular e limitação de movimentos, sendo, portanto, considerada um relevante problema de saúde pública. O termo Chikungunya é derivado do dialeto Makonde e significa “aquele que se curva”, referindo-se à postura adotada pelo paciente diante da intensa dor articular decorrente dessa infecção. No Brasil, a doença tem caráter recente, ou seja, poucas pessoas têm experiência imunológica ao CHIK-V, tornando a maioria da população suscetível à infecção, o que é ainda mais reforçado pela ausência de imunidade artificial ativa contra o vírus Chikungunya. Trata-se de um estudo de revisão literária realizado a partir da coleta de dados de materiais relevantes na área de doenças infecciosas e medicina tropical. O tratamento da febre Chikungunya está intimamente relacionado com a fase da doença, de tal forma que se objetiva a redução dos sintomas e a prevenção de deformidades articulares.
References
BRASIL. Ministério da Saúde. Monitoramento dos casos de dengue, febre de chikungunya e doença aguda pelo vírus Zika até a semana epidemiológica 17 de 2018. Secretaria de Vigilância em Saúde, volume 49, jun. 2018.
Donalísio MR, Glasser CM. Vigilância Entomológica e Controle de Vetores do Dengue. Rev. Bras. Epidemiologia, vol. 5, nº 3, 2002.
Câmara FP, Theophilo RL, Dos Santos GT, et al. Estudo retrospectivo (histórico) da dengue no Brasil: características regionais e dinâmicas. Rev. Soc. Bras. Medicina Tropical, 40 (2): 192 – 196, mar-abr, 2007.
Junior CA, Souza LS. Fisiopatologia do Choque. HU Revista. Juiz de Fora – MG, jan-jun 2014.
BRASIL. Ministério da Saúde. Dengue: diagnóstico e manejo clínico em crianças e adultos. Secretaria de Vigilância em Saúde, 5ª ed. Brasília – DF, 2016.
BRASIL. Ministério da Saúde. Chikungunya: manejo clínico. Secretaria de Vigilância em Saúde, 2ª ed. Brasília – DF, 2017.
Marques CDL, Duarte ALB, Ranzolin A. et al. Recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia para diagnóstico e tratamento da febre chikungunya. Parte 1: Diagnóstico. Elsevier Editora Ltda. 2017.
Marques CDL, Duarte ALB, Ranzolin A. et al. Recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia para diagnóstico e tratamento da febre chikungunya. Parte 2: Tratamento. Elsevier Editora Ltda. 2017.
Ribeiro AMB, Pimentel CM, Guerra ACC. et al. Physiotherapeutic approach on the late phase of chikungunya: a case report. Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., 16 (supl. 1): S51 – S56, nov., 2016.
Cervino, RB, Campos, ALB Relação entre o quadro clínico e os impactos sobre a qualidade de vida e funcionalidade de indivíduos acometidos pela Chikungunya Crônica: revisão sistemática de estudos de coorte realizados na América Latina a partir de 2013 / Relação entre o quadro clínico e os impactos sobre o qualidade de vida e funcionalidade de indivíduos acometidos por Chikungunya Crônica: uma revisão sistemática de estudos de coorte realizados na América Latina desde 2013. Brazilian Journal of Health Review , [S. l.] , v. 3, pág. 11707–11725, 2022.
De Castro, AF, De Oliveira, AG, Vieira, GFF Estudo comparativo entre dengue, chikungunya e zikavírus na cidade de Recife (PE), no ano de 2021, usando a linguagem python. Revista Brasileira de Revisão de Saúde , [S. l.] , v. 3, pág. 10988–10997, 2023.


