Perfil de saúde de óbitos por sepse em Goiás
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv7n1-267Keywords:
sepse, perfil de saúde, causas de morteAbstract
Introdução: A Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS), também é conhecida como sepse. Desde 2016, é definida como disfunção orgânica com risco de vida causada por uma resposta desregulada do hospedeiro à infecção. No Brasil, representa de 30 a 60% dos óbitos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o que é um problema grave de saúde pública. Objetivo: Avaliar atualizações na literatura e realizar busca no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) sobre sepse em Goiás. Método: Trata-se de um estudo longitudinal para o ano de 2019 no DATASUS. As variáveis selecionadas no banco de dados foram: “Mortalidade – dede 1996 pela CID-10”, “Mortalidade geral”, “Goiás”, “Mortalidade – Goiás; Linha: Região de Saúde (CIR); Coluna: Capítulo CID-10; Conteúdo: Óbitos por Residência”, “Períodos Disponíveis: 2019”, “Seleções Disponíveis: Categoria CID-10: 041 Outras septicemias”. O estudo associa revisão da literatura com coleta em bancos de dados reconhecidos pela comunidade científica, tais como: PubMed, CAPES e The Lancet, no período de 2017-2021, versando seu conteúdo em língua vernácula, inglesa e espanhola. Resultado: Foram identificados 242 casos de Sepse em Goiás no ano de 2019, sendo este um problema de saúde pública. Observou-se que o DATASUS ainda utiliza a nomenclatura septicemia, atualmente obsoleta. Conclusão: O resultado obtido é indicativo de uma grave situação de saúde coletiva, quando se considera as inúmeras UTIs em Goiás, o que sugere um melhor planejamento das equipes de saúde, a fim de mitigar os impactos da sepse, o que é preditivo de redução de óbitos relacionados à Sepse.
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