Resistência antimicrobiana de bactérias isoladas de infecções cutâneas
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv6n4-309Keywords:
dermatologia, enfermagem, infecção, resistência intrínseca, antibiograma, BrCASTAbstract
O presente estudo teve por objetivo identificar bactérias envolvidas nas infecções de pele, bem como sua resistência na presença de antimicrobianos. Observou-se maior prevalência para enterobactérias (60%), bacilos Gram-negativos não fermentadores da glicose (20%), Staphylococcus (16%) e Enterococcus (4%). A resistência intrínseca foi observada em 19 (76%) das bactérias isoladas, sendo 14 (56%) para bacilos Gram-negativos e 5 (20%) para cocos Gram-positivos. A resistência intrínseca entre os isolados para os antibióticos amoxicilina e ampicilina foi de 56%. Os microrganismos prevalentes foram Klebsiella pneumoniae (24%), sendo 8% resistentes aos carbapenêmicos (KPC), Pseudomonas aeruginosa (16%) e Staphylococcus aureus (16%), todos resistentes à meticilina (MRSA). As infecções de pele e tecidos moles estão entre as afecções mais incidentes causadas por bactérias. Nesse aspecto, é importante conhecer os agentes microbianos envolvidos nas infecções, bem como sua resistência na presença de antimicrobianos.
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