As mulheres encarceradas e o dilema em exercer o papel de mãe
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv6n4-063Keywords:
saúde da mulher, fertilidade, estatuto da criança e do adolescente, mulher encarcerada, direito à saúdeAbstract
A assistência às mulheres encarceradas é um dever do Estado para prevenir o crime e facilitar sua integração na sociedade, garantindo os direitos humanos. Este estudo analisa a assistência à saúde fornecida às mulheres encarceradas e as dificuldades que enfrentam no ambiente prisional durante o período de gravidez e pós-parto. As discussões fazem parte de uma pesquisa que considera outros estudos sobre o tema. O gênero foi escolhido como um elemento central dessa pesquisa devido à sua relevância na história da criminalidade feminina. Pesquisas mostram que estudar a criminalidade praticada por mulheres é mais desafiador do que a dos homens, não apenas porque as mulheres cometem menos crimes, mas também pela escassez de casos, o que dificulta a pesquisa. Em relação à punição, observa-se uma estreita relação com o gênero, com penas direcionadas exclusivamente às mulheres. O artigo critica a situação das mães encarceradas, crianças e fetos em um ambiente que não favorece seu desenvolvimento integral. A pesquisa consiste em uma revisão bibliográfica, explorando fontes online, legislação brasileira e cartilhas sobre a situação das mães e filhos encarcerados.
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