Evaluation of early nephrostomy in patients with post-renal acute renal failure with advanced Cervical Cancer
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv6n4-038Keywords:
neoplasia, uterine lap, nephrostomy, acute renal failureAbstract
Introduction: Cervical cancer is the fourth most common type of cancer among women, except for cases of non-melanoma skin. However, the state of Amazonas has the highest incidence rate of new cases per year. Objectives: To determine the prognostic impact of early nephrostomy in patients with advanced cervical cancer who present post-renal acute renal failure. Methods: This prospective cohort study was carried out with patients with locally advanced cervical cancer, who evolved with post-renal acute renal failure. Results: 25 patients were included in the study, 52% (13/25) died, 32% (8/25) lost outpatient follow-up and 16% (4/25) returned for follow-up. Of the total, 16% (04/25) underwent renal ultrasonographic reassessment, with 75% (3/4) having unilateral nephrostomy and 25% (1/4) having bilateral. It was not possible to assess the impact of cortical thickness on renal function, due to the lack of indicators used to assess the improvement in renal function. Conclusion: In this study, the relationship between low socioeconomic levels and late diagnosis of cervical cancer was observed. Knowledge of this population's clinical, and socioeconomic profile, and outcomes is essential to guide more robust studies and improve the clinical management of these patients. In addition, promote discussions on the importance of access to information, health services, and preventive measures essential to survival.
References
Ferlay J, Soerjomataram I, Dikshit R, Eser S, Mathers C, Rebelo M, et al. Cancer incidence and mortality worldwide: Sources, methods and major patterns in GLOBOCAN 2012. Int J Cancer. 2015 Mar 1;136(5):E359–86.
Panobianco MS, Pimentel AV, Almeida AM de, Oliveira ISB. Mulheres com Diagnóstico Avançado do Câncer do Colo do Útero: Enfrentando a Doença e o Tratamento. Revista Brasileira de Cancerologia. 2012 Sep 28;58(3):517–23.
Ferreira M de CM, Nogueira MC, Ferreira L de CM, Bustamante-Teixeira MT. Detecção precoce e prevenção do câncer do colo do útero: conhecimentos, atitudes e práticas de profissionais da ESF. Cien Saude Colet. 2022 Jun;27(6):2291–302.
Instituto Nacional de Câncer - INCA. Incidência dos casos de Câncer de Colo do útero [Internet]. 2022 [cited 2023 Jun 6]. Available from: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-do-colo-do-utero/dados-e-numeros/incidencia
Vasconcelos APN, Soares ABR, De Paula GC, Da Silva ISA, Soares DA. Diagnóstico e prevenção do câncer de colo de útero associado à infecção por Papilomavírus humano: uma revisão integrativa. Brazilian Journal of Health Review. 2023 May 15;6(3):9598–611.
Camisão CC, Brenna SMF, Lombardelli KVP, Djahjah MCR, Zeferino LC. Ressonância magnética no estadiamento dos tumores de colo uterino. Radiol Bras. 2007 Jun;40(3):207–15.
Mukesh S, Arul Ponni T, Nirmala S, Janaki M. Aggressive approach in a case of cancer cervix with uremia. Indian J Palliat Care. 2010;16(1):52.
Wrona Andrezej, Zgajewski Jarosław, Kopeć Norbert, Chodor Dominik, Kopcza Paweł, Klekot Stefan. Subcutaneous pyelovesical bypass – Detour bypass – as a solution for ureteric obstruction. Cent European J Urol. 2017;
Ishioka J, Kageyama Y, Inoue M, Higashi Y, Kihara K. Prognostic Model for Predicting Survival After Palliative Urinary Diversion for Ureteral Obstruction: Analysis of 140 Cases. Journal of Urology. 2008 Aug;180(2):618–21.
Souza ACP de, Souza AN, Kirsztajn R, Kirsztajn GM. Cervical cancer: Renal complications and survival after percutaneous nephrostomy. Rev Assoc Med Bras. 2016 Jun;62(3):255–61.
Ministério da Saúde, Brasil. DATASUS. Sistema de Informação de Mortalidade (SIM). Brasília; 2018.
Oliveira S de M, Campelo IB, Batista BLP, Bezerra ICM, De Menezes JGP, Macedo TL, et al. Análise da prevalência do Câncer de Colo de Útero no estado do Amazonas. Brazilian Journal of Health Review. 2023 May 10;6(3):9289–98.
Nakagawa JT, Espinosa MM, Barbieri M, Schirmer J. Carcinoma do colo do útero: taxa de sobrevida e fatores prognósticos em mulheres no Estado de Mato Grosso. Acta Paulista de Enfermagem. 2011;24(5):631–7.
Tallon B, Monteiro D, Soares L, Rodrigues N, Morgado F. Tendências da mortalidade por câncer de colo no Brasil em 5 anos (2012-2016). Saúde em Debate. 2020 Jun;44(125):362–71.
Pimentel AV, Panobianco MS, Almeida AM de, Oliveira ISB. Percepção da vulnerabilidade entre mulheres com diagnóstico avançado do câncer do colo do útero. Texto & Contexto - Enfermagem. 2011 Jun;20(2):255–62.
JRCM Ayres, França Junior, GJ Calazans, HC Saletti Filho. O conceito de vulnerabilidade e as práticas de saúde: novas perspectivas e desafios. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2003. 117–39 p.
Cerqueira RS, Santos HLPC dos, Prado NM de BL, Bittencourt RG, Biscarde DG dos S, Santos AM dos. Controle do câncer do colo do útero na atenção primária à saúde em países sul-americanos: revisão sistemática. Revista Panamericana de Salud Pública. 2022 Aug 18;46:1.
Thuler LCS, Mendonça GA. Estadiamento inicial dos casos de câncer de mama e colo do útero em mulheres brasileiras. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2005 Nov;27(11):656–60.
Hsu L, Li H, Pucheril D, Hansen M, Littleton R, Peabody J, et al. Use of percutaneous nephrostomy and ureteral stenting in management of ureteral obstruction. World J Nephrol. 2016;5(2):172.
Lopes VAS, Ribeiro JM. Fatores limitadores e facilitadores para o controle do câncer de colo de útero: uma revisão de literatura. Cien Saude Colet. 2019 Sep;24(9):3431–42.
Sanchez-Periut E, Muro-Toledo G, Losada-Guerra J, Reyes-Almeida L. La nefrostomía percutánea en el carcinoma cérvico-uterino avanzado con uropatía obstructiva. Rev Mex Urol. 2016 Jul;76(4):207–12.
Souza ACP de, Souza AN, Kirsztajn R, Kirsztajn GM. Cervical cancer: Renal complications and survival after percutaneous nephrostomy. Rev Assoc Med Bras. 2016 Jun;62(3):255–61.


